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Mulher tenta tirar registro com documento falso e CRM denuncia caso à Polícia Federal no Acre

Mulher tenta tirar registro com documento falso e CRM denuncia caso — Foto: CRM-AC

Mulher tenta tirar registro com documento falso e CRM denuncia caso — Foto: CRM-AC

Uma mulher de 38 anos tentou tirar o registro do Conselho Regional de Medicina do Acre (CRM-AC) usando documento do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos (Revalida) falso. O caso ocorreu no dia 10 de novembro e foi denunciado à Polícia Federal na quarta-feira (24).

O CRM informou que a mulher é de Minas Gerais e apresentou solicitação de inscrição primária. Ao fazer checagem tanto na universidade onde a suspeita se formou, na Bolívia, e na instituição de onde constava a revalidação, no Ceará, foi constatado que se tratava de documento de revalida falso.

Em menos de dois meses, este é o segundo caso de tentativa de fraude para tirar o registro no estado, denunciado pelo CRM. Em setembro, um homem também apresentou documento falso de revalida.

  • Homem formado no exterior frauda revalidação do diploma e é denunciado pelo CRM ao tentar tirar registro no AC

“A situação que aconteceu recentemente no conselho, lamentavelmente tem se repetido, e que nos traz uma responsabilidade para sempre estar atento a respeito desse tipo de ação criminosa praticada não só contra o CRM, mas também contra a Universidade do Ceará, buscando uma falsificação de revalidação daquela instituição pública”, disse o procurador jurídico do CRM, Mario Rosas.

Além de ser encaminhado para a PF, o caso também foi informado ao Conselho Federal de Medicina (CFM).

Rosas disse que o compromisso e atribuição do Conselho é zelar pelo bom conceito moral e ético da medicina e sempre vai estar atento para que estes casos não ocorram, para que a população não receba nas unidades de saúde pessoas que não estejam capacitadas e pularam o processo básico para exercício da medicina.

O procurador ainda alerta para que as pessoas estejam atentas aos profissionais pelos quais são atendidos.

“Esse caso também nos traz a reflexão da responsabilidade da sociedade de estar junto conosco fiscalizando os profissionais que estão atuando na rede pública. Então, cabe a cada cidadão, quando for se consultar, verificar junto aos nossos sites, nossas redes disponíveis, verificar se o médico possui registro, a fim de que possa ser atendido com um profissional que passou por todos os trâmites legais para exercer a boa medicina”, orientou.

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