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Mais 7 casos de rabdomiólise são confirmados no Amazonas e total passa de 50

Surto começou em Itacoatiara (AM), que concentra o maior número de casos até então. — Foto: Rede Amazônica

Surto começou em Itacoatiara (AM), que concentra o maior número de casos até então. — Foto: Rede Amazônica

Mais de 7 casos de rabdomiólise foram confirmados no Amazonas, nesta quarta-feira (1º), segundo a Fundação de Vigilância em Saúde (FVS-AM). Com isso, o total de casos chegou a 51.

Os casos começaram a ser registrados no dia 21 de agosto. Essa é a terceira vez que o Amazonas enfrenta um surto da doença e, desta vez, uma morte já foi confirmada.

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Dos 51 casos da síndrome, 36 em Itacoatiara, quatro em Silves, quatro de Borba, dois em Manaus, dois em Parintins, um em Caapiranga, um em Autazes e um em Maués.

A síndrome está associada à Doença de Haff, conhecida como "doença da urina preta". Isso porque os pacientes relatam terem comida peixes, logo antes de começarem os sintomas.

Até então, as autoridades de saúde não recomendam que a população suspenda o consumo de pescado, porque outras possíveis causas do surto estão sob investigação.

VÍDEO: conheça a doença da urina preta

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Força-tarefa para investigar casos

A Fundação de Vigilância em Saúde montou uma força-tarefa com especialistas que atuam em diferentes órgãos do Estado com o objetivo de investigar mais a fundo possíveis causas e formas de combate ao surto de rabdomiólise. O grupo segue para o município nesta quinta-feira (2).

A ação foi definida na manhã desta quarta-feira (1º/09), em uma reunião na sede da Fundação que contou com a presença de representantes da Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM), Fundação de Medicina Tropical Dr. Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD), Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Amazonas (Adaf), Secretaria de Estado da Produção Rural (Sepror) e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

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