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Monjas beneditinas desenvolvem trabalho social e educacional em Coutos

Parceiros do BMD: Monjas beneditinas desenvolvem trabalho social e educacional em Coutos

Parceiros do BMD: Monjas beneditinas desenvolvem trabalho social e educacional em Coutos

O mosteiro nasceu a partir da celebração de 150 anos de existência da Congregação Beneditina do Brasil, onde o cardeal primaz do Brasil Dom Avelar Brandão pediu a madre Abdassa Isa Ribeiro de Oliveira do mosteiro de Belo Horizonte uma fundação na Bahia.

Em 1977, a madre Joana Calmon Villas-Boas viajou para a capital baiana para sondar onde seria sediado o Mosteiro do Salvador provisoriamente, por alguns anos. Nos primeiros anos, o local permaneceu no bairro de Brotas e depois foi transferido para Coutos, onde está localizado.

Atualmente o mosteiro conta com 15 monjas com idades entre 45 e 75 anos e se mantem através da venda de biscoitos e geleias, confecção de vestuário sacro, hospedagem e suas dependências e doações da comunidade.

"Para tudo aquilo que a igreja precisa, em termos vestes e sacras, com os paramentos da missa, que os padres utilizam, as próprias toalhas de altar, o jogo de altar, que são os paninhos das igrejas que são os sanguíneo, manustérgio, lavabo, para celebrar a eucaristia", disse a religiosa Plácida Ramos Lima.

"Esse trabalho, como as vezes a demanda é grande, a gente as vezes terceiriza com as próprias pessoas do bairro, que é uma forma da gente também ajudar com os nossos próprios trabalhos, a gente reparte e fica só para a gente o que a gente recebe como o dom de Deus".

A Hospedaria Getsemani que integra o mosteiro, recebe principalmente pessoas para retiros espirituais. Um local propício para se desconectar da correria do dia a dia.

Contando com 20 suítes onde comportam até duas pessoas, a diária custa R$ 140, com roupa de cama e quatro refeições ao dia inclusas.

"Essa hospitalidade faz parte da nossa regra, que São Bento já fala que os monges recebam todos como Cristo. Então, nós temos na nossa hospedaria esse grande nome, Getsemani, que significa horto das oliveiras, que no momento em que Jesus, no auge do sofrimento, esteve lá, no Getsemani", contou a religiosa Plácida Ramos Lima.

As monjas também contam com a produção de bricelets (biscoitos artesanais de origem alemã), bolo de frutas cristalizadas, geleia de frutas e sequilhos que auxiliam nas despesas do local

Além de toda manufatura e a vida devocional das monjas, o mosteiro abriga a Associação Ação Social Mosteiro do Salvador, de natureza filantrópica criada em 1981 onde atende cerca de 430 crianças e adolescentes com aulas de ballet, karatê, uma creche e a pré-escola.

A associação conta com auxílio da Prefeitura de Salvador para fazer o pagamento de salários de professores e funcionários do local.

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