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Ministro pede à Apple atualização do iPhone para o 5G no Brasil - Notícias - R7 Brasília

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, visitou a Apple, nos Estados Unidos, para pedir uma atualização do iPhone para o Brasil com o objetivo de que os celulares suportem a tecnologia 5G, em vigor em algumas cidades do país.

Atualmente os aparelhos da marca vendidos no país precisam de uma atualização para operar na faixa 5G SA (standalone), que garante mais velocidade e estabilidade na conexão à internet. Os usuários do modelo iPhone 13 contam com a versão NSA (non-standalone). O mesmo ocorre com aparelhos da linha iPhone 12 e SE de terceira geração.

"Terminamos o dia hoje na Apple com o time do Ministério das Comunicações, com o presidente da Anatel [Carlos Baigorri], e viemos tratar com eles um assunto principal para nós: a atualização do iPhone para os clientes brasileiros em relação ao 5G standalone", afirmou Faria.

"Nós pedimos que até o mês de setembro fossem feitas essas atualizações. Eles estão em contato com os engenheiros no Brasil, acompanhando os testes e vão ficar nos reportando semanalmente", completou.

O sinal de internet 5G começou a funcionar na cidade de São Paulo nesta quinta-feira (4), conforme autorização dada pelo grupo de trabalho na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que acompanha a limpeza de faixas para ativação da tecnologia no país. 

A internet chegou à capital paulista após começar a operar em Brasília, Belo Horizonte, João Pessoa e Porto Alegre. Segundo a Anatel, a ativação ocorreu devido ao número expressivo de pedidos para instalação de antenas 5G.

O ministro das Comunicações destacou, sem dar mais detalhes, que a Apple está interessada em realizar uma parceria com o governo brasileiro para a proteção da Amazônia.

"Falaram muito sobre isso na Apple. É um tema que está em evidência nas grandes big techs e [empresas] do Silicon Valley, essas empresas de tecnologia. Que é só com tecnologia que vamos conseguir preservar mais o nosso meio ambiente", disse o ministro.

A reportagem entrou em contato com o Ministério das Comunicações e aguarda posicionamento.


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