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Arrecadação com privatizações e concessões está distante da meta de Guedes

O leilão do 5G, que teve sua parte final nesta sexta-feira (5), arrecadou 250% a mais do valor mínimo previsto, só considerando o primeiro dia. Foi o segundo maior leilão da história, só atrás do pré-sal.

Porém, mesmo com o 5G superando as expectativas, a arrecadação com a agenda de privatizações e concessões está distante da meta prevista pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, no início do mandato do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), de mais de R$ 1 trilhão.

O valor captado até agora (sem considerar o segundo dia do leilão do 5G, quando foram arrecadados R$ 46,7 bilhões) foi de R$ 185 bilhões. É o que mostra um levantamento exclusivo da GO Associados à CNN.

Privatizações e concessões
Privatizações e concessões / CNN

São R$ 62 bilhões em privatizações, com destaque para a BR Distribuidora e a Tag, subsidiária da Petrobras. Juntas, elas representam R$ 40 bilhões. Ainda tem a Eletrobras, que deve levantar R$ 100 bilhões, mas vai sair só no ano que vem.

De concessões foram R$ 100 bilhões, com destaque para a cessão onerosa do pré-sal e as rodovias Dutra e Rio Santos que aconteceram nos últimos meses. Tem o 5G agora, além de aeroportos.

As concessões por modelagem federal, destaque para a Cedae, companhia de saneamento no Rio, sozinha, por R$ 22 bilhões.

Investimentos previstos por setores

O setor de telecomunicações é que tem maior valor de investimentos previstos, puxado pelo leilão de 5G, com R$ 39,1 bilhões.

Na sequência, vem saneamento, com destaque para a Cedae (Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro) como destaque do setor em termos de investimento, com R$ 34 bilhões.

Os setores de energia, rodovias, aeroportos e ferrovias vêm logo abaixo (veja na tabela a seguir).

Investimentos previstos por concessões
Investimentos previstos por concessões / CNN

 


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