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Com inflação norte-americana atingindo maior alta em 30 anos, bolsas dos EUA têm queda

Os índices norte-americanos abriram em queda refletindo a angústia do mercado ao assistirem à inflação dos Estados Unidos decolar em seu maior patamar desde 1990. A mediana registrou a taxa anual de 6,2%, e a escassez de oferta relacionada à pandemia e o crescimento na demanda do consumidor continuaram a empurrar os preços para cima.

O índice de preços ao consumidor subiu 0,9% no mês passado, após alta de 0,4% em setembro, informou o Departamento do Trabalho nesta quarta-feira (10).

Às 11h33, horário de Brasília, o Dow Jones caia 0,11%, aos 36.292 pontos, o S&P 500 escorregava 0,45%, aos 4.667 pontos e o Nasdaq operava em queda de 1,10%, aos 15.738 pontos.

Outro destaque para os investidores estadunidenses é a temporada de balanços financeiros que, apesar de terem ajudado a elevar os índices – 85% do S&P ficaram acima do esperado, os investidores ainda exigem ativos mais seguros, como a renda fixa.

O rendimento do Tesouro dos EUA de 10 anos subiu para 1,491% após a divulgação dos dados inflacionários.

Sobe e desce do Tio Sam

A gigante das criptomoedas Coinbase despencou quase 10% no pré-mercado após a companhia relatar ganhos na noite de ontem (9) abaixo das expectativas dos analistas. A receita no terceiro trimestre foi de US$ 1,235 bilhão; o mercado esperava US$ 1,614 bilhão.

A Tesla segue despencando com a brincadeira no Twitter de Elon Musk, no último sábado. O bilionário e CEO da companhia perguntou nas redes sociais se deveria vender 10% de suas ações da companhia para pagar seus impostos. No fechamento de ontem, os papéis registraram queda de 12%.

Por fim, a plataforma de delivery de alimentos DoorDash subiu mais de 15% após concordar em comprar a empresa finlandesa de entrega de alimentos Wolt Enterprises, em um negócio avaliado em mais de US$ 8 bilhões.

 


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