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Governo estuda zerar imposto federal sobre querosene de aviação, diz Bolsonaro

O presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), afirmou, nesta quarta-feira (17), que o governo estuda zerar o imposto federal sobre querosene de aviação a partir de 2023. O presidente indicou que isso seria proposto no projeto do Orçamento do ano que vem, que depende de aprovação do Congresso Nacional.

O governo zerou impostos federais sobre gasolina, diesel, álcool e gás de cozinha para este ano. No entanto, a medida é válida até 31 de dezembro de 2022. Dessa forma, atualmente, os impostos voltarão a ser cobrados a partir do ano que vem.

“Hoje, tive mais uma conversa com parte da equipe econômica do Paulo Guedes sobre o PLOA [Projeto de Lei Orçamentária Anual], nosso orçamento para ano que vem. Garantimos, para o ano que vem, continuar com zero imposto federal na gasolina, no diesel, no álcool e no gás de cozinha, e pedimos para o pessoal agora ver se pode zerar os impostos do querosene de aviação, porque o nosso turismo é um dos melhores do mundo no momento”, declarou.

Bolsonaro afirmou que a equipe econômica ainda avalia o impacto da medida. “[A situação atual] prejudica o turismo e, realmente, o movimento de passageiros no Brasil”, falou.

O presidente participou de um evento organizado por prefeito aliados em um hotel de Brasília. Além de Bolsonaro e prefeitos, discursaram a deputada federal e ex-ministra Flávia Arruda (PL-DF), hoje candidata ao Senado, e o senador licenciado e então líder do governo no Congresso, Eduardo Gomes (PL-TO).

Em discurso, Bolsonaro também disse que servidores públicos federais terão reajuste salarial no ano que vem, mas sem citar porcentagem. Também citou reestruturação de carreiras, sem mais detalhes.

A campanha eleitoral começou oficialmente nesta terça-feira (16). Agora os candidatos podem pedir votos e fazer promessas de campanha. Bolsonaro voltou a dizer, por exemplo, que o Auxílio Brasil no valor permanente de R$ 600 será “sacramentado após as eleições” com uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que disse ter “certeza que o Parlamento vai apoiar novamente”.


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