Carregando...

YouTube Shorts deve incluir marca d'água nos vídeos para evitar republicação

O YouTube decidiu copiar o TikTok e terá marca d'água nos conteúdos baixados do Shorts, o formato de vídeos curtos da plataforma. O objetivo é evitar o compartilhamento de publicações com outras redes sociais, como o Instagram e o próprio TikTok.

  • YouTube permitirá transformar qualquer vídeo publicado em Shorts
  • TikTok vai compartilhar seus Stories no Instagram e no Facebook

A informação foi dada em primeira mão por uma gerente de comunidade do YouTube chamada Sarah. Em um tópico de suporte sobre as atualizações de recursos para criadores e espectadores, ela afirma que o download dos vídeos curtos será acompanhado de identificação para que as pessoas vejam que o conteúdo está disponível no Shorts.

  • Max Born, o físico quântico que alertou o mundo sobre 'a causa de todos os males'
  • Novo ancestral argentino dos mamíferos é descoberto com máquina de nêutrons
  • As notícias do dia você acompanha na capa do Terra; confira!
YouTube Shorts deve incluir marca d'água nos vídeos para evitar republicação
Foto: Felipe Freitas/Canaltech / Canaltech

Esta novidade deve ser implementada nas próximas semanas para usuários no desktop e expandida em alguns meses para dispositivos móveis. Isso significa que as pessoas que utilizam o formato nos celulares ainda poderão baixar os vídeos sem a marca d'água durante um tempo limitado.

Embora desagrade muitos criadores, que terão mais dificuldade para subir conteúdos individualmente para cada plataforma, a decisão do YouTube parece ser bastante justa. Todo profissional quer ter o trabalho reconhecido, então nada mais coerente do que fazê-lo com a plataforma do Shorts.

Crédito nos vídeos do YouTube Shorts

O TikTok faz isso há anos com a sua logo saltitante azul e vermelha que ocupa boa parte da tela. Veja como funciona com um vídeo curto reproduzido no Twitter:

A plataforma ainda coloca o nome de usuário do criador, assim o interessado pode procurá-lo para acompanhar o trabalho. A medida também serve como uma proteção para a comunidade, já que evita o plágio de conteúdos autorais por terceiros sem autorização.

O Instagram é a única entre as gigantes que não coloca marca d'água no Reels. Por outro lado, a rede reduz o alcance de conteúdos trazidos de outra plataforma para a sua, graças ao algoritmo que detecta elementos na tela. Agora, deve passar a barrar também os vídeos originários do YouTube.

Na prática, quem quiser reaproveitar conteúdo precisará fazê-lo com o auxílio de softwares externos de edição de vídeo. Todo o processo precisa ser feito por fora das redes e depois subido para cada plataforma. Pelo ritmo atual, não seria surpresa se, futuramente, os algoritmos conseguissem identificar até mesmo conteúdos externos, fazendo varreduras em outras mídias sociais.

Trending no Canaltech:

  • Tempestades "canibais": ejeções de massa coronal do Sol estão a caminho da Terra
  • Este é o estranho motivo que leva algumas pessoas a preferirem café sem açúcar
  • A posição do corpo afeta a rapidez do efeito de um remédio; entenda
  • Cientistas alertam que a próxima pandemia poderá ser de fungos, e não de vírus
  • Bactéria rara e mortal é encontrada nos Estados Unidos e gera alerta nacional


Deixe uma resposta

Seu endereço de e-mail não será publicado. Os campos obrigatórios estão marcados*

Últimas notícias








Calendar