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Últimas notícias de coronavírus na região de Campinas em 4 de abril de 2021

Confira as últimas notícias sobre o coronavírus na região — Foto: Hellen Souza/Arte-G1

Confira as últimas notícias sobre o coronavírus na região — Foto: Hellen Souza/Arte-G1

Campinas (SP) já pode contar com a ajuda de 164 voluntários da área da saúde para o combate à pandemia da Covid-19. Ao todo, a prefeitura recebeu o cadastros de 344 pessoas interessadas em doar parte do seu tempo para os centros de imunização, o atendimento de pessoas com sintomas respiratórios e também na urgência e emergência da Rede Mário Gatti.

O levantamento, feito pela Secretaria de Saúde a pedido do G1, considera o balanço mais recente, de 12 a 29 de março. Entre os cadastros recebidos até então, os 164 selecionados já se encontraram vacinados - com uma ou as duas doses -, um dos requisitos para o voluntariado.

  • Pessoas cadastradas: 344
  • Não imunizados: 163
  • Imunizados com uma ou duas doses da vacina: 181
  • Não elegíveis: estudantes, profissionais sem registro ou que não são da área da saúde: 17
  • Elegíveis para o voluntariado: 164, sendo 99 vacinados com duas doses e 65 com a primeira dose

Centro de Saúde São Bernardo, em Campinas, abre exclusivamente para atendimento da Covid-19; unidades já contam com voluntários — Foto: Carlos Bassan/Prefeitura de Campinas

Centro de Saúde São Bernardo, em Campinas, abre exclusivamente para atendimento da Covid-19; unidades já contam com voluntários — Foto: Carlos Bassan/Prefeitura de Campinas

Casos e mortes

Desde o início da pandemia, já foram contabilizados 217.061 registros confirmados da enfermidade e 5.939 vidas perdidas nos 31 municípios da área de cobertura do G1 Campinas.

  • MAPA:casos de coronavírus pelo Brasil
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Vacinômetro: 10% da população com 1 dose

  • Total de pessoas que receberam ao menos 1 dose: 347.201 (10,00% da população)
  • Total de pessoas que receberam 2 doses: 118.384 (3,41% da população)
  • Total de doses aplicadas: 465.585

Transição capilar na pandemia

Antes da pandemia da Covid-19, a aposentada Marilucia da Purificação, moradora de Campinas (SP), tinha o cabelo liso. Foram quase 40 anos "refém" do uso de químicas, como escova progressiva e relaxamento, para manter os fios alisados. Os salões de beleza fechados por causa das restrições da quarentena motivaram uma mudança no visual, que passou a ser realidade - e libertação de estereótipos - entre muitas mulheres.

Marilucia da Purificação, de 55 anos, ante se depois da transição capilar na pandemia. — Foto: Marilucia da Purificação/Arquivo pessoal

Marilucia da Purificação, de 55 anos, ante se depois da transição capilar na pandemia. — Foto: Marilucia da Purificação/Arquivo pessoal

“Hoje estou com 55 anos. Desde a adolescência, por volta dos 17 e 18 anos, alisava os cabelos. Eu gostava de cabelo liso. Comecei a transição capilar em dezembro de 2020 e decidi cortar em janeiro de 2021. No começo fiquei um pouco insegura, depois decidi e estou amando meu cabelo curto!”, comemora.

Transição capilar é o nome que se dá à etapa entre a interrupção do uso de produtos químicos e o retorno para a forma natural dos cabelos. Um movimento que tem sido encarado pelas mulheres como uma oportunidade de autoconhecimento

Gabriela Bueno, de 28 anos, alisava os cabelos desde os 9 e optou pela transição capilar na pandemia — Foto: Gabriela Bueno/Arquivo pessoal

Gabriela Bueno, de 28 anos, alisava os cabelos desde os 9 e optou pela transição capilar na pandemia — Foto: Gabriela Bueno/Arquivo pessoal

Centros de Saúde exclusivos para Covid

Os três Centros de Saúde (CSs) de Campinas (SP) abertos durante o feriado de Páscoa para pacientes com sintomas respiratórios atenderam 331 pessoas em dois dias. De acordo com a prefeitura, foram feitos 213 atendimentos no sábado (3). Na Sexta-Feira Santa, a administração municipal já havia informado ter realizado 118 consultas.

A maioria dos atendimentos realizados foi de pessoas com queixas respiratórias e sintomas gripais.

Moradores com sinais mais leves, como garganta arranhando, tosse, sinusite e coriza, devem buscar as unidades para fazer exames e receber orientações de isolamento social. A medida ajuda a tirar a pressão de Pronto-Atendimentos e Prontos-Socorros, que devem focar em casos mais graves.

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