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AME Campinas retoma atendimento com reavaliação de pacientes após uso contra Covid

Estrutura do AME, em Campinas — Foto: Luiz Granzotto / Prefeitura de Capinas

Estrutura do AME, em Campinas — Foto: Luiz Granzotto / Prefeitura de Capinas

O Ambulatório Médico de Especialidades (AME) em Campinas (SP) retoma, nesta quarta-feira (1º), os atendimentos em especialidades médicas e com reavaliação de pacientes que estavam agendados antes da segunda onda da pandemia. A volta ocorre após o hospital ter cinco meses de uso exclusivo contra a Covid-19.

Neste primeiro momento, o AME funcionará sem sem 34% das 18 áreas previstas pelo governo de São Paulo. Ao G1, o diretor-médico, Pedro Tenório, explica que nas primeiras duas semanas de serviço o AME vai verificar como estão os pacientes encaminhados até março pela Central de Regulação e Oferta de Serviços de Saúde (Cross) para consultas, exames e cirurgias de menor complexidade.

A expectativa para o primeiro mês é de realizar pelo menos 4,7 mil consultas e 500 cirurgias. Além das especialidades médicas - veja abaixo lista - quatro outras áreas de atendimento serão disponibilizadas.

"Vamos reconvocar os pacientes, fazer novas avaliações e a retomada irá ocorrer gradualmente [...] Temos uma fila que a gente espera equilibrar até o fim do ano e reduzir para um período aceitável", afirma Tenório ao mencionar que este prazo seria de dois a três meses, exceto as urgências.

Especialidades disponíveis

A lista de áreas médicas contempladas na retomada do AME terá: oftalmologia, cardiologia, dermatologia, otorrinolaringologia, anestesiologia, cirurgias geral e plástica, vascular, neurologia, ortopedia, urologia, reumatologia e endocrinologia.

Além disso, outras quatro especialidades não médicas também serão ofertadas: enfermagem, fisioterapia, nutrição e terapia ocupacional. Psicologia, prevista no cronograma inicial, ficará de fora.

Por outro lado, seis especialidades médicas, o equivalente a 34%, ficarão disponíveis somente a partir de outubro: gastroenterologia, mastologia, pneumologia, proctologia, radiologia e ginecologia.

"A capacidade é para até 5,8 mil consultas e 600 cirurgias por mês. Todos os leitos foram revertidos para as especialidades", explica Tenório ao fazer referência aos 25 leitos de UTI e cinco de enfermaria usados no período de atendimento exclusivo dos pacientes com Covid-19, encerrado em agosto.

Na primeira onda da pandemia, o AME também foi usado para assistência direcionada na crise sanitária. Juntos, os dois períodos tiveram quase 600 moradores da região atendidos.

De acordo com Tenório, o AME contará com 90 médicos e outros 180 profissionais em diversas áreas, incluindo técnicos de enfermagem, enfermeiros, fisioterapeutas e nutricionistas.

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