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Série de homenagens no rodeio reforça influência de Zé Rico na música sertaneja; 'Expressam o quanto ele foi importante', diz filho

Festa do Peão de Americana — Foto: Júlio César Costa/g1

Festa do Peão de Americana — Foto: Júlio César Costa/g1

Ninguém foi tão lembrado no palco da 34ª Festa do Peão de Americana quanto o cantor José Rico, que, durante 42 anos, formou ao lado de Milionário uma das mais aclamadas duplas da história da música sertaneja, com o apelido de "gargantas de ouro do Brasil".

Seja com músicas interpretadas ou apenas o nome citado, o lendário sertanejo, que morreu em 2015, foi exaltado por nomes como César Menotti e Fabiano, Edson e Hudson, Leonardo, Bruno e Marrone, e Hugo e Guilherme.

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Milionário e José Rico (à dir.) formaram uma das mais aclamadas duplas da música sertaneja — Foto: Divulgação

Milionário e José Rico (à dir.) formaram uma das mais aclamadas duplas da música sertaneja — Foto: Divulgação

Gusttavo Lima, maior nome do gênero na atualidade, chegou a chama-lo de “o maior cantor da história do sertanejo” durante sua apresentação na Festa do Peão, no dia 11 de junho. Filho de Zé Rico, o também cantor Sâmi Rico, afirmou ao g1 que esse carinho dos artistas pelo pai é sempre motivo de muito orgulho.

“Acho que todas essas lembranças expressam o quanto ele foi importante para a música sertaneja”, pondera.

Só a música “Estrada da Vida”, o maior sucesso de Milionário e José Rico, foi cantada em três ocasiões (César Menotti e Fabiano, Hugo e Guilherme e Bruno e Marrone). “Decida”, com Edson e Hudson, também marcou presença no evento.

Gusttavo Lima na 34ª Festa do Peão de Americana — Foto: Júlio César Costa

Gusttavo Lima na 34ª Festa do Peão de Americana — Foto: Júlio César Costa

Formada no início da década de 1970, a parceria de Milionário e José Rico é uma das pioneiras da modernização das antigas “modas de viola”, levando influencias urbanas para o que depois seria chamada de música sertaneja, ou música sertaneja moderna, como Sâmi dizia que seu pai preferia chamar.

“Ele dizia que existia a música sertaneja moderna e a tradicional. Ele odiava a expressão música raiz, pois dava a impressão de coisa velha, estacionada”, informa o filho do artista, que morou grande parte da vida em Americana, onde também está enterrado.

Edson e Hudson durante a 34ª Festa do Peão de Americana — Foto: Júlio César Costa

Edson e Hudson durante a 34ª Festa do Peão de Americana — Foto: Júlio César Costa

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