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Cubango: veja o enredo e cante o samba

Série Ouro: Acadêmicos do Cubango vai homenagear a atriz Chica Xavier

Série Ouro: Acadêmicos do Cubango vai homenagear a atriz Chica Xavier

A Acadêmicos do Cubango é a segunda escola da primeira noite da Série Ouro, nesta quarta (20).

O desfile está previsto para começar entre 21h45 e 21h55.

O enredo

A Verde e Branca de Niterói vai fazer uma homenagem à atriz Chica Xavier, com extensa carreira no teatro e na TV — só em novelas, foram pelo menos 50 papéis.

Chica fez vários papéis no teatro e na TV participou de mais de 50 novelas.

Atriz Chica Xavier vai ser homenageada na Sapucaí pela Acadêmicos do Cubango — Foto: Reprodução/TV Globo

Atriz Chica Xavier vai ser homenageada na Sapucaí pela Acadêmicos do Cubango — Foto: Reprodução/TV Globo

Chica Xavier começou a carreira de atriz no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, como lembra o carnavalesco da Cubango, João Vítor Araújo. Ele espera que o desfile emocione o público.

"Espero emoção, amor, afeto, acolhimento, é isso. Eu quero que o público se sinta abraçado. É como se o espírito de Chica estivesse ali abraçando todo mundo", disse o carnavalesco.

O samba

  • Compositores: Cláudio Russo, Jr Fionda, Robson Ramos, Sardinha, Anderson Lemos, Rafael Duda, Alessandro Falcão e Rildo Seixas
  • Intérprete: Pixulé

Sou Cubango de atotô, axé!
Chama viva da negrura
Chica Xavier!
Sou Cubango de atotô, axé!
Chama viva da ternura
Me chamo Chica Xavier

Ô ô
Sou a nobre nega mina
Lá da roça da Sabina
O quintal de Salvador
Ô ô, preta flor!
Fiz da arte a cartilha
Pra vencer toda quizila
Um caminho de amor
Rezava o Rosário de Maria
Ouvia os tambores do lugar
Seguia a minha fé em romaria
Na velha guia e no patuá
A Chica de Quelé, Exu deu direção
No ilê axé de São Sebastião
Janeiro começou já era dia seis
Rainha em dia de reis

A eparrei! Ela é Oyá, bela Oyá
Magé bassã yalorixá
Sou filha de Oxóssi caçador
Odé odé, oke arô

Bradei a voz da cor
Meus ancestrais foram pilares
Francisca do clã nagô
Forjada em ventre de Palmares
Mamãe chamou a luz de Orum vi clarear
E fiz morada no infinito de Oxalá
Ê baiana dos ventos e trovões
Que a força de Iansã leve amor aos corações
Batuqueiro toma frente na batalha
Desce a mão no couro pro senhor da palha

Na pedra fria, no pé do morro
Dizem que mora um velho lá


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