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Varíola dos macacos: em 4 dias, Saúde confirma mais 25 casos no DF

Casos da varíola dos macacos foram identificados em 75 países, inclusive no Brasil — Foto: Getty Images

Casos da varíola dos macacos foram identificados em 75 países, inclusive no Brasil — Foto: Getty Images

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) confirmou mais 25 casos de varíola dos macacos (monkeypox), nesta quinta-feira (18). Ao todo, Brasília soma 143 pessoas infectadas.

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Entre os infectados, 138 são homens — sendo 2 casos prováveis — e 5 mulheres. Os exames laboratoriais descartaram 215 casos que estavam em investigação, outros 126 ainda são suspeitos.

Plano Piloto e Águas Claras têm o maior número de infectados

O Plano Piloto e Águas Claras continuam sendo as regiões com mais casos confirmados. De acordo com a secretaria de Saúde, todos os pacientes diagnosticados com monkeypox têm mais de 18 anos e menos de 60 anos.

Veja o número de casos por região do DF:

  • Plano Piloto: 26
  • Águas Claras: 18
  • Samambaia: 14
  • Ceilândia: 12
  • Guará: 12

Veja o número de casos por faixa etária no DF:

  • 0 a 10 anos: 0
  • 11 a 19 anos: 2
  • 20 a 29 anos: 54
  • 30 a 39 anos: 67
  • 40 a 49 anos: 13
  • 50 a 59 anos: 7
  • 60 a 69 anos: 0

O que é a varíola dos macacos?

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A varíola dos macacos é uma doença viral rara transmitida pelo contato próximo com uma pessoa infectada. Os sintomas iniciais mais comuns são:

  • Febre
  • Dor de cabeça
  • Dores musculares
  • Dor nas costas
  • Gânglios (linfonodos) inchados
  • Calafrios
  • Exaustão

A transmissão pode ocorrer pelas seguintes formas:

  • Por contato com o vírus: com um animal, pessoa ou materiais infectados, incluindo através de mordidas e arranhões de animais, manuseio de caça selvagem ou pelo uso de produtos feitos de animais infectados. Ainda não se sabe qual animal mantém o vírus na natureza, embora os roedores africanos sejam suspeitos de desempenhar um papel na transmissão da varíola às pessoas.
  • De pessoa para pessoa: pelo contato direto com fluidos corporais como sangue e pus, secreções respiratórias ou feridas de uma pessoa infectada, durante o contato íntimo – inclusive durante o sexo – e ao beijar, abraçar ou tocar partes do corpo com feridas causadas pela doença. Ainda não se sabe se a varíola do macaco pode se espalhar através do sêmen ou fluidos vaginais.
  • Por materiais contaminados que tocaram fluidos corporais ou feridas, como roupas ou lençóis;
  • Da mãe para o feto através da placenta;
  • Da mãe para o bebê durante ou após o parto, pelo contato pele a pele;
  • Úlceras, lesões ou feridas na boca também podem ser infecciosas, o que significa que o vírus pode se espalhar pela saliva.

Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.


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