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BC pede à Economia reajuste de 22% para funcionários do órgão a partir de junho deste ano

BRASÍLIA - O Banco Central (BC) enviou ao Ministério da Economia uma minuta de medida provisória para reestruturar as carreiras dos servidores do órgão. O texto, ao qual o Estadão/Broadcast teve acesso, também prevê um reajuste salarial de 22% para analistas e técnicos do órgão, com pagamento a partir de junho de 2022, enquanto o governo quer conceder um aumento linear de 5% para todas as categorias.

Os funcionários do BC, órgão responsável pela estabilidade dos preços, pleiteiam uma revisão remuneratória de pelo menos 27% e estão em greve, pela segunda vez no ano, desde o dia 3 deste mês. A remuneração anual de um analista do BC atualmente, em média, é de R$ 341,1 mil, ou R$ 26,2 mil mensais.

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A proposta enviada ao Ministério da Economia também prevê a exigência de nível superior para ingresso nos cargos de técnico e a alteração do nome do cargo de analista para auditor. Atualmente, os cargos de nível técnico não exigem um diploma de graduação. O texto ainda precisa do aval do Ministério da Economia e do presidente Jair Bolsonaro para seguir para o Congresso.

O BC também propôs a criação de um bônus de produtividade, tecnicamente definido como Retribuição por Produtividade Institucional, que depende de regulamentação da Diretoria Colegiada do BC, se a MP for enviada ao Congresso e aprovada pelos parlamentares. A minuta ainda prevê a criação de uma taxa de supervisão e nova tabela remuneratória para funcionários celetistas reintegrados.


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