Carregando...

Saiba como está o enfrentamento da Covid-19 nas escolas públicas do país - Notícias - R7 Educação

Mesmo com o aumento de casos de Covid-19, os protocolos sanitários têm sido flexibilizados nas escolas públicas do país. Na capital paulista, as instituições não devem mais suspender as aulas em caso positivo de coronavírus. A recomendação é da prefeitura de São Paulo. Uma portaria define que apenas os estudantes que tenham testado positivo para a doença sejam afastados. 

O argumento da prefeitura para a mudança nos protocolos é de que “as alterações consideram a necessidade de promover a continuidade das aulas presenciais, visando salvaguardar a aprendizagem, saúde mental, nutrição e proteção das crianças e adolescentes em um ambiente escolar seguro”.

No entanto, o uso de máscara continua sendo opcional nas salas de aula, embora seja recomendado, principalmente, em ambientes fechados. As escolas só devem obrigar o uso, pelo prazo de 14 dias, quando forem constatados ao menos dois casos de Covid-19. Colégios particulares de São Paulo têm orientado seus alunos a usarem o equipamento de segurança.

Além de São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Distrito Federal também voltaram a recomendar o uso de máscara nas salas de aula, diante do aumento de casos da doença. No caso de Alagoas, embora o governo do estado tenha flexibilizado o uso das máscaras, a prefeitura de Maceió manteve a obrigatoriedade do uso em ambientes fechados e no transporte escolar.

Vale destacar que os municípios têm autonomia para definir quais protocolos seguir.

Teresina, no Piauí, também informou que não há a necessidade de suspensão das aulas em caso positivo de Covid-19. Segundo a prefeitura, vacinação, uso de máscara e isolamento daqueles que testaram positivo são medidas suficientes a serem adotadas.

Já na Paraíba, o governo do estado decidiu suspender as aulas presenciais em 16 escolas da rede estadual, após professores testarem positivo para Covid-19. Os estudantes acompanharam as aulas de maneira remota durante o período de afastamento dos docentes.


Deixe uma resposta

Seu endereço de e-mail não será publicado. Os campos obrigatórios estão marcados*