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Chefe do Estado-Maior do Exército defende voto consciente: 'O mais legítimo instrumento da democracia'

O chefe do Estado-Maior do Exército, general Valério Stumpf, defendeu em mensagem a colegas o voto consciente nas eleições de outubro. Ele lembrou que o voto é o mais "legítimo e poderoso" instrumento da democracia.

Stumpf escreveu a mensagem por ocasião da promoção de oficiais-generais. Após cumprimentar os recém promovidos e listar desafios da carreira, ele lembrou que os novos generais logo estarão empenhados em um "momento especial para a nação brasileira: as próximas eleições".

Nesse ponto do texto, Stumpf ressaltou que o Exército, como em todas as eleições, vai apoiar a Justiça Eleitoral no transporte de urnas eletrônicas e na segurança dos locais de votação.

O general também citou que, neste ano, as Forças Armadas integram, a convite do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a Comissão de Transparência, "com o objetivo de fortalecer ainda mais nosso processo eleitoral".

"Em breve, o Exército e, por certo, os novos generais estarão empenhados em um momento especial para a nação brasileira: as próximas eleições. Faremos, como sempre, em apoio à Justiça Eleitoral, o transporte de urnas e a segurança dos locais de votação em muitos rincões de nosso país. Técnicos das Forças Armadas estão, este ano, por solicitação do Tribunal Superior Eleitoral, atuando na Comissão de Transparência das eleições, com o objetivo de fortalecer ainda mais nosso processo eleitoral", afirmou o general.

Na mensagem, Stumpf defendeu que o voto consciente é um meio de promover o desenvolvimento social e econômico do país.

"Todos nós, brasileiros, teremos em nossas mãos o mais poderoso e legítimo instrumento da democracia - o voto - para decidirmos os destinos de nosso Brasil. Vamos usá-lo de forma consciente para que juntos possamos avançar no desenvolvimento social e econômico do país".

Ele ressaltou que os militares fazem parte da "sociedade que queremos proteger" e que todos os brasileiros se "perfilam diante da mesma bandeira".

Stumpf não citou as suspeitas já desmentidas e sem provas que o presidente Jair Bolsonaro levanta contra as urnas eletrônicas.


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