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Traficante que tinha padaria e fazia parte de organização criminosa é preso em Vitória

Traficante que se passava por comerciante foi preso no Bairro da Penha, em Vitória

Traficante que se passava por comerciante foi preso no Bairro da Penha, em Vitória

Um homem apontado como integrante de uma organização criminosa que atua no Bairro da Penha, em Vitória, foi preso nesta quinta-feira (4) em uma operação da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Vitória.

Tiago Guimarães, conhecido como Galeguinho ou Alemão, foi preso enquanto saía da padaria que possui no Bairro da Penha. Para a Polícia Civil, ele se passava por comerciante para camuflar seu envolvimento com o tráfico de drogas e homicídios ocorridos na capital.

De acordo com o titular da DHPP de Vitória, delegado Marcelo Cavalcanti, ele era do bairro Ilha do Príncipe e se aliou a organização que atua no Bairro da Penha para conquistar a ascensão rápida no mundo do crime.

Tiago Guimarães, conhecido como Galeguinho ou Alemão, foi preso em Vitória em cumprimento a mandado de prisão preventiva — Foto: Divulgação/PC

Tiago Guimarães, conhecido como Galeguinho ou Alemão, foi preso em Vitória em cumprimento a mandado de prisão preventiva — Foto: Divulgação/PC

Tiago possuía um mandado de prisão preventiva em aberto por participação no homicídio de Maxwell Viana Sabino e duas tentativas de homicídio ocorridas em 29 de setembro de 2020 na Ilha do Príncipe.

"Um indivíduo que estava se passando por comerciante, mas na verdade é originário da Ilha do Príncipe. Houve vários ataques promovidos por essa facção naquele bairro. Eles usam esse artifício (da pessoa atacar o bairro de origem) para anexar o bairro ao território deles. Estava se passando por comerciante, mas estava com mandado de prisão preventiva em aberto", disse o delegado.

Ainda de acordo com o delegado, na mesma investigação e ao final do inquérito policial foram indiciados nove autores maiores de idade e um adolescente. Também foi identificada a participação de um advogado que, segundo a Polícia Civil, fazia o elo entre os executores e o preso suspeito de ser o mandante do crime.

"Galeguinho" foi o último dos indiciados maiores que faltava ser preso. Ele foi encaminhado ao Centro de Triagem de Viana.

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