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Fernández aproveita queda de Acosta e vence GP da França de Moto2. Vietti é oitavo

Augusto Fernández conquistou sua primeira vitória em 2022
Augusto Fernández conquistou sua primeira vitória em 2022
Foto: Ajo / Grande Prêmio

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Depois do caos pela chuva na Moto3, o sol marcou presença ao longo da corrida da Moto2 no GP da França. E o que parecia se encaminhar para uma vitória — a primeira — de Pedro Acosta em seu ano de estreia, foi por água abaixo na 15ª volta, quando o espanhol caiu na curva 6. Restou, então, para Augusto Fernández, seu companheiro de equipe, manter o bom ritmo e vencer a prova em Le Mans.

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A disputa pelo segundo lugar foi intensa, só que Arón Canet manejou bem sua corrida para garantir a posição. Somkiat Chantra deu o golpe em Cameron Beaubier no final e fechou o top-3. Com Beaubier em quarto, Ai Ogura, vice-líder do Mundial, apareceu para completar as cinco primeiras colocações.

O BRASIL EM DUAS RODAS

Augusto Fernández venceu em Le Mans (Foto: Ajo)

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Fecham o top-10: Marcel Schrötter, Joe Roberts, Celestino Vietti, que minimizou os prejuízos e segue na liderança do campeonato, Jorge Navarro e Stefano Manzi.

Sam Lowes ficou ausente da corrida deste domingo após uma forte queda na classificação de sábado. O britânico ainda tentou ir para a pista no warm-up desta manhã, mas acabou vetado pelos médicos por causa de dores nos pescoço e tontura.

A Moto2 volta às pistas no próximo dia 29 de maio para o GP da Itália, em Mugello, oitava etapa da temporada 2022. O GRANDE PRÊMIO acompanha todas as atividades do Mundial de Motovelocidade 2022.

Saiba como foi o GP da França de Moto2:

Depois de ameaçar atrapalhar a corrida da Moto3, a chuva sumiu por completo de Le Mans e deu lugar ao sol, promovendo pista seca para a corrida da Moto2. Antes da largada, os termômetros mostravam 27°C, com o asfalto chegando a 32°C. A umidade relativa do ar estava em 47%, com a velocidade do vento batendo só 2 km/h.

Para esta sétima etapa do ano, a escolha de pneus foi quase toda uniforme, com a maioria dos pilotos optando por pneus 3 na frente, o mais duro disponível, e 7 atrás. A exceção veio pelas mãos de Simone Corsi e Niccolò Antonelli, que calçaram os traseiros 0, mais macios.

No apagar das luzes na reta do circuito Bugatti, Pedro Acosta sustentou a liderança, com Albert Arenas saltando brevemente para segundo antes de ser superado por Augusto Fernández. Alonso López se instalou em quarto, diante de Marcos Ramírez e Somkiat Chantra.

Ainda na primeira volta da corrida, Antonelli caiu na La Chapello e abandonou a disputa. A temporada de estreia do italiano na classe intermediária tem sido de muitos acidentes.

Liderando a corrida pela primeira vez, Acosta foi tentando escapar de Fernández, mas sem conseguir uma vantagem decisiva. Na abertura da segunda volta, o espanhol estava 0s2 distante do companheiro de Red Bull KTM Ajo. Substituto de Romano Fenati na Speed Up, López vinha em terceiro.

Mais atrás, Tony Arbolino e Fermín Aldeguer caíram na La Chapelle, a curva 6, em incidentes separados, mas simultâneos, e não puderam seguir na corrida.

Com um ritmo forte, Acosta se afastou um pouco mais de Fenández, abrindo cerca de 0s6 de margem na volta 4. López seguia em terceiro, mas já 1s5 distante dos pupilos de Aki Ajo. Arón Canet vinha tentando pressionar depois de passar Albert Arenas por dentro na curva 2.

Na volta cinco, foi Jake Dixon quem se despediu da disputa depois de uma queda na curva cinco. O britânico é mais um com um ano acidentado na Moto2, mas, desta vez, conseguiu voltar para a corrida.

Enquanto isso, Canet seguiu embalado e, quase que como carbono, repetu em López a manobra que tinha feio em Arenas para tomar o terceiro posto.

Pouco depois, na saída da curva 14, Acosta levou uma bela sacudida, mas conseguiu se manter na pista. Resultado diferente de Arenas e López. Albert foi aproveitar o espaço aberto para passar na curva 7, mas os dois acabaram no chão.

Assim, Canet ficou com o terceiro posto, mais de 5s atrás de Fernández, mas agora pressionado por Cameron Beaubier, promovido ao quarto lugar. Somkiat Chantra vinha em quinto, seguido por Marcos Ramírez e Ai Ogura.

Rodando um pouquinho mais rápido do que Acosta, Fernandez conseguiu chegar no líder, mas não o bastante para afetivamente lançar um ataque. Por enquanto, o novato ia sustentando muito bem a liderança da corrida.

Com dez voltas para o fim, o campeonato de Celestino Vietti sofreu um novo revés. O piloto da VR46, que depois de um bom início de ano entrou em uma fase um tanto sem brilho, despencou no pelotão depois de um tour pela brita da Garage Vert, caindo para 17º, 22s atrás líder.

Pouco depois, outro revés, agora na corrida: Acosta caiu. No momento em que mais tinha se afastado do companheiro de equipe, o novato saiu um pouco da trajetória na La Chappele, perdeu a frente e caiu. O espanhol até tentou, mas não conseguiu voltar para a disputa e se retirou de cabeça baixa.

Sem Pedro, Fernández assumiu a liderança, mais de 6s5 à frente de Arón Canet. O espanhol, contudo, não ia sozinho, já que tinha a pressão de Beaubier e Chantra.

Na curva 7, Marcos Ramírez se despediu da corrida com um tombo, mas sem maiores consequências físicas.

Pouco depois, Chantra passou Beaubier e tomou o terceiro posto. Minutos depois, Somkiat tomou o segundo lugar de Canet, 6s7 atrás de Fernández. Beaubier fez o mesmo e também passou Arón para retomar o pódio.

Com oito voltas para o fim da corrida Canet conseguiu dar o troco em Cameron e retomar o último lugar no pódio de Le Mans. Dois giros depois, Chantra errou na Garage Vert e escapou da pista, permitindo a passagem de Arón e Cameron e caindo para quarto.

Dono de um ritmo muito forte, Vietti foi conseguindo escalar o pelotão. Com quatro voltas para o fim, o líder do campeonato já vinha em 11º, 22s4 atrás de Fernández, que ia firme na liderança.

Ainda pressionando Canet, Beaubier errou e perdeu um pouco de contato com o espanhol, também facilitando a aproximação de Chantra, que já estava mais isolado da briga pelo pódio.

Na penúltima volta, Somkiat tomou o pódio do californiano na curva 13 e não deu margem de reação, logo tratando de abrir vantagem para assegurar a posição.

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