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Masià segura Sasaki e vence GP da França de duas partes na Moto3. Moreira é 14º

Masià venceu em Le Mans
Masià venceu em Le Mans
Foto: Ajo / Grande Prêmio

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Numa prova marcada por bandeira vermelha pela chuva, a Moto3 seguiu imprevisível como sempre. A batalha se dava entre a Ajo e Leopard, mas só foi realmente definida na última volta. Jaume Masía, no entanto, foi quem levou a melhor na prova. Depois de uma disputa intensa com Dennis Foggia, o piloto da Ajo conseguiu manter a liderança e segurar um Ayumu Sasaki no final para cruzar a linha de chega em primeiro lugar.

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Sasaki veio escalando aos poucos o pelotão e passou perto de vencer, mas Masià acertou manobra certeira no final. Ele, portanto ficou em segundo lugar. Izán Guevara fechou o top-3. O pole-position Foggia, que brigava pela vitória, acabou perdendo posições no final e ficou fora do pódio ao finalizar em quarto.

O BRASIL EM DUAS RODAS

Jaume Masià venceu em Le Mans (Foto: Ajo)

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Companheiro de Foggia, Tatsuki Suzuki fechou na quinta posição. Carlos Tatay, Sergio García, Ryusei Ymanaka, Deniz Öncü e Andrea Migno fecham o top-10.

Tanto na largada quando na relargada de prova, Diogo Moreira partiu bem. O brasileiro tomou a liderança em ambas as oportunidades e ficou lá por algumas voltas. No entanto, ao longa da corrida, ele foi perdendo posições. Nas voltas finais, o piloto da MSI foi punido por exceder limites de pista e, por isso, terminou apenas em 14º.

A Moto3 volta às pistas no próximo dia 29 de maio para o GP da Itália, em Mugello, oitava etapa da temporada 2022. O GRANDE PRÊMIO acompanha todas as atividades do Mundial de Motovelocidade 2022.

Saiba como foi o GP da França de Moto3:

Em um domingo cuja previsão é de chuva, as condições mudaram consideravelmente. Antes da largada, a temperatura estava em 21°C, com o asfalto chegando a 23°C. A umidade relativa do ar estava em 60%, com o vento soprando a 2 km/h.

No grid, a maioria optou pelo pneu dianteiro macio M3, com exceção de Carlos Tatay, Andrea Migno e Xavier Artigas, que foram com o H3. Na traseira, todos colocaram o S2.

Na hora da largada, Dennis Foggia saiu bem e sustentou a ponta nos primeiros metros, mas foi Diogo Moreira quem fez um ótimo trabalho, primeiro pulando para segundo para, depois, mergulhar primeiro na curva 1 e tomar a liderança, de cara abrindo vantagem.

Suzuki também conseguiu passar Foggia, assumindo o segundo posto com cerca de 0s4 de atraso para Diogo. Masià passou Foggia na curva 12, com Carlos Tatay assumindo a pressão em cima do líder do Mundial.

Ainda no início da corrida, a última curva viu uma queda múltipla, envolvendo Sergio García. Ayumu Sasaki, Izán Guevara, Andrea Migno e Riccardo Rossi. Pouco depois, Dani Holgado foi ao chão após um toque com Elia Bartolini na curva 3.

Enquanto isso, a vantagem de Moreira caiu rapidamente e, na volta 2, Suzuki tomou a ponta. Com a chuva já caindo, Diogo conseguiu devolver a manobra e recuperar o comando.

Logo depois, a bandeira vermelha foi acionada, paralisando a corrida. A direção de prova decidiu, então, que a disputa seria retomada para apenas 14 voltas, restaurando as posições originais do grid.

Durante a paralisação, a chuva não apertou. Pelo contrário! O sol deu as caras, o que aumentou as dúvidas em relação às condições que os pilotos encontraram na relargada, quanto todos poderiam alinhar no grid, mesmo os que tinham caído no início da disputa original.

Quando o pit-lane foi reaberto, todos os pilotos conseguiram voltar para a pista, o que rendeu, inclusive, aplausos de Jorge Martínez 'Aspar' ao trabalho dos mecânicos. Apesar da paralisação por chuva, a mudança nas condições permitiu o retorno com slicks.

Na relargada, Moreira repetiu a boa saída, se instalando em segundo, atrás de Foggia ainda nos primeiros metros. Desta vez, Dennis resistiu mais, mas Diogo conseguiu mergulhar primeiro na curva 1 outra vez. García era o terceiro, diante de Masià e Suzuki.

Ainda no fim do primeiro giro, Foggia conseguiu recuperar a ponta das mãos de Diogo, que acabou engolido por Suzuki, Masià, García e Migno. Pouco depois, o brasileiro foi superado por Deniz Öncü, caindo para sétimo.

As coisas pioraram para Diogo, que desceu para 11º, atrás também de Carlos Tatay e Riccardo Rossi. Enquanto isso, Foggia segurava a liderança, diante de Suzuki e Masià.

Masià partiu para o ataque e tomou o segundo posto de Suzuki, passando a pressionar Foggia pela liderança. Mais atrás, Diogo escapou na Garage Vert e desceu para 12ª, atrás de Ryusei Yamanaka.

Na volta 4, Masià tomou a liderança de Foggia, com Suzuki precisando defender a terceira posição de García. Inicialmente, o japonês até conseguiu, mas logo perdeu a posição não só para o piloto da Aspar, mas também para Andrea Migno.

Migno, aliás, passou García pela terceira colocação, mas levou o troco pouco depois. Na ponta, Foggia voltou a liderar brevemente, mas Masià conseguiu se manter no comando. Suzuki escalou de novo e recuperou o terceiro posto, mas apenas para levar o troco de Sergio.

Com nove voltas para o fim, Moreira recebeu um alerta para respeitar os limites da pista. O brasileiro da MSI tinha descido para a 13ª colocação, atrás também de John McPhee. Pouco depois, o #10 foi sancionado com uma volta longa por ter cortado a chicane Dunlop.

Com oito voltas para o fim, Masià tinha conseguido 0s3 de vantagem para García na liderança da corrida, com Foggia caindo para terceiro, diante de Öncü, Suzuki, Sasaki. Tatay, Yamanaka, Guevara e Migno.

Na abertura da volta seguinte, García atacou o líder, mas Jaume conseguiu defender bem a liderança. Foggia vinha pressionando atrás, tentando entrar na briga pela vitória.

Com quatro voltas para o fim, Foggia tomou a segunda colocação, com Suzuki e Sasaki também passando García, que caiu para quinto. Pouco depois, Öncü também passou o líder do Mundial, que caiu para sexto.

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