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Guevara domina Alemanha de ponta a ponta e vence 3ª em 2022 na Moto3. Moreira é 16º

É a terceira vitória de Guevara na temporada
É a terceira vitória de Guevara na temporada
Foto: Aspar / Grande Prêmio

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Num fim de semana dominante, Izán Guevara fez tudo certo para vencer o GP da Alemanha de Moto3. O piloto da Aspar teve uma largada tranquila, conseguiu gerenciar bem sua prova e abrir vantagem para vencer com folgas. É seu terceiro triunfo na temporada.

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Dennis Foggia até ousou alcançar o piloto, mas não teve sucesso. Ficou na segunda posição, a 4s853 do vencedor. Quem aparece na terceira colocação é Sergio García, que tentou roubar a posição do italiano para tentar uma dobradinha da Aspar, mas também não conseguiu.

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É a terceira vitória de Guevara na temporada (Foto: Aspar)

Ayumu Sasaki e Tatsuki Suzuki fecham na quarta e quinta posições, respectivamente. Daniel Holgado, Deniz Öncü, Adrian Fernández, David Muñoz e Ivan Ortolá completam o top-10. O brasileiro Diogo Moreira terminou a prova em 16º.

Com o resultado, García agora lidera o Mundial de Pilotos com 166 pontos, só sete a mais do que Guevara. Foggia é o terceiro, 51 pontos atrás do líder. Jaume Masià é o terceiro na classificação, seguido por Öncü, Sasaki e Suzuki. Moreira aparece na 15ª colocação, com 34 pontos.

A Moto3 volta às pistas na próxima semana, para o GP da Holanda, em Assen, 11ª etapa da temporada 2022. O GRANDE PRÊMIO acompanha todas as atividades do Mundial de Motovelocidade 2022.

Saiba como foi o GP da Alemanha de Moto3:

Exatamente como aconteceu ao longo de todo o fim de semana, o domingo em Chemnitz amanheceu com sol e forte calor. Antes da largada da Moto3, a temperatura já estava em 33°C, com o asfalto chegando a 43°C. A umidade relativa do ar chegava em 25%, com o vento soprando a 14 km/h.

Em termos de escolha de pneus, os pilotos foram quase todos na mesma opção: a maioria calçou o dianteiro M3 e o traseiro S2. Tatsuki Suzuki, Andrea Migno e Alberto Surra optaram pelo dianteiro mais duro, o H3, enquanto Adrián Fernández, Carlos Tatay, Diogo Moreira, Deniz Öncü e Surra calçaram o HS atrás, a borracha mais resistente levada pela Dunlop para Sachsenring.

Na hora da largada, o pole Izán Guevara saiu bem e conseguiu sustentar a liderança, com Dennis Foggia saltando para segundo, diante de Tatsuki Suzuki e David Muños. Moreira também avançou e subiu para 14º. Ainda nos primeiros metros, Carlos Tatay avançou para cima de Ricardo Rossi e os dois caíram, em um acidente que também envolveu John McPhee.

Enquanto isso, Guevara manteve a ponta, mas sem conseguir abrir vantagem em relação a Foggia. Dani Holgado avançou para terceiro, seguido por Suzuki e Muñoz. Sergio García tinha subido para a sexta colocação, na frente de Ayumu Sasaki. Mais atrás, Moreira era 17º.

Ainda no início da corrida, Deniz Öncü e Kaito Toba foram sancionados com uma volta longa dupla por terem queimado a largada em Sachsenring.

Se Foggia não atacava Guevara, Holgado tratou de ir para cima do italiano e tomar o segundo posto, 0s132 atrás do piloto da Aspar. Suzuki vinha pertinho, em quarto, seguido por Sasaki, Muñoz e Joel Kelso. Jaume Masià, que ficou sem tempo no Q2 de sábado, já vinha em nono.

Na volta cinco, Scott Ogden e Matteo Bertelle também abandonaram a disputa após uma queda na Karthallen, a curva 7 do traçado alemão.

Na ponta da disputa, Guevara tinha conseguido abrir 0s724 de margem e agora era seguido mais uma vez por Foggia. Suzuki, García e Sasaki tinham deixado Holgado para trás, com o novato caindo para a sexta colocação. Moreira vinha sofrendo para se recuperar e era apenas o 16º. O brasileiro ainda se recupera de uma fratura no punho.

Pouco depois, Joel Kelso caiu, mas tratou de levantar a moto para voltar para a corrida, apenas na 25ª colocação.

García também foi ao ataque e passou Sasaki para assumir a terceira colocação, já 0s640 atrás de Foggia. O italiano seguia caçando Guevara, mas a margem do espanhol tinha superado 1s.

Rodando em um ritmo forte, Izán foi se afastando mais e mais dos rivais. Com 15 voltas para o fim do GP da Alemanha, o #28 já tinha 1s652 de margem em relação a Foggia, que não conseguia se aproximar do piloto da Aspar. García, por outro lado, ia encostando do rival da Leopard, tentando minimizar os danos do domínio do companheiro de equipe na corrida na liderança do campeonato da Moto3.

Faltando 11 giros para a bandeirada, a margem de Guevara tinha passado de 2s, com García grudado em Foggia para tentar arrancar a segunda colocação e garantir mais uma dobradinha da Aspar em 2022. Por enquanto, porém, Dennis ia resistindo.

Ainda rodando na casa de 1min27s baixo, Guevara ia se aproximando de 3s de margem para Foggia quando restavam nove voltas para o fim da corrida. Uma apresentação dominante e muito incomum para os padrões da Moto3.

Atrás, García seguia pressionando Foggia, sem achar uma brecha para lançar um ataque. Além de não conseguir passar, Sergio também tinha a pressão de Sasaki, Suzuki e Holgado, que não vinham muito atrás.

Mais para baixo na tabela, Moreira conseguiu passar Elia Bartolini e Stefano Nepa para assumir o 14º posto e somar ao menos dois pontos na disputa. A pressão, porém, não tinha acabado, com Elia e Taiyo Furusato colocando o brasileiro em 16º mais uma vez.

Em uma liga completamente separada, Guevara só fazia se afastar. Faltando cinco voltas para a bandeirada, Izán já estava 4s205 à frente de Foggia, que seguia defendendo a segunda colocação de García. Ayumu Sasaki era o quarto, diante de Suzuki e Holgado. Deniz Öncü vinha em sétimo, mais de 6s atrás do pelotão da frente.

Com duas voltas para o fim, Sergio, enfim, lançou um ataque, mas foi neutralizado por Foggia, que defendeu bem a segunda colocação até a bandeirada.

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