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Horner acusa Wolff de "fazer teatro" em discussão no Canadá sob câmeras da Netflix

O Canadá reservou mais um capítulo da rivalidade Horner x Wolff
O Canadá reservou mais um capítulo da rivalidade Horner x Wolff
Foto: Bryn Lennon/Getty Images/Red Bull Content Pool / Grande Prêmio

F1 2022: FIA VAI INTERVIR NOS QUIQUES. QUEM GANHA (E PERDE) DE VERDADE NESSA HISTÓRIA?

A nova Diretiva Técnica da FIA sobre as oscilações verticais dos carros da Fórmula 1 surgiu ainda antes do GP do Canadá, mas continua rendendo mesmo após a vitória de Max Verstappen em Montreal. A tão comentada reunião entre os chefes de equipe, que teve troca de farpas pública entre Toto Wolff, Mattia Binotto e Christian Horner, foi gravada pelas câmeras da Netflix que preparam a nova temporada de 'Drive to Survive'. E ainda rendeu uma provocação do chefe da Red Bull.

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"Acho que existia um elemento de teatro naquela reunião", debochou Horner. "Talvez com o novo filme de Lewis [Hamilton] chegando, ele possa envolver Toto [Wolff] no projeto. Como reunião, foi uma vergonha… Estou tentando escolher minhas palavras cuidadosamente", brincou o chefe da Red Bull.

A discussão girou em torno, obviamente, das mudanças nas regras para diminuir os quiques dos carros. O impasse era entre Wolff e Binotto, mas passou a envolver o britânico em determinado momento e rendeu novas provocações do chefe da Red Bull — principalmente após a Mercedes obter um bom resultado no Canadá, com seus carros em terceiro e quarto lugares.

Horner disse que os quiques não afetam a Red Bull e sugeriu que o problema está no conceito do W13 (Foto: Red Bull)

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"Obviamente, a Ferrari colocou sua posição em relação à Diretiva Técnica", disse Horner. "E Toto está fazendo campanha para mudar as regras, o que é irônico, porque seu carro pareceu bem rápido [no Canadá], sem muitos quiques. E acho que apenas foi pontuado a ele que talvez seus problemas venham de dentro [do carro], ao invés de serem problemas de todo mundo", salientou.

Por fim, Horner falou especificamente sobre o carro da Mercedes e disse acreditar que o problema está no conceito utilizado pela equipe alemã na construção do W13, e não no novo conjunto de regras de 2022. Como argumento, o britânico alegou que seus pilotos não se incomodaram com as oscilações até agora.

"O problema com a Mercedes é mais severo, ou tem sido, do que em qualquer outro carro", disse. "Certamente, depende da equipe [consertar]. Está em seu poder lidar com isso. Sei que tem sido dito que outros pilotos estão reclamando, mas os nossos nunca reclamaram dos quiques. O problema é que eles estão configurando o carro muito rígido. Acho que o problema é o conceito, não as regras", finalizou Horner.

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