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Foggia vence GP em Misano. Guevara usa caos de García e toma liderança da Moto3

Foggia venceu em Misano
Foggia venceu em Misano
Foto: Leopard / Grande Prêmio

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A largada do pole-position Deniz Öncü até foi boa, mas o protagonismo da corrida da Moto3 em Misano foi, definitivamente, dividido entre Izán Guevara e Dennis Foggia. Após o #28 ultrapassar o turco, o italiano da Leopard aproveitou a deixa e iniciou a briga com o piloto da Aspar no GP de San Marino e Riviera de Rimini. Ambos ficaram trocando posições até as últimas voltas da prova, mas o #7 se deu melhor. É a terceira vitória dele no ano.

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Atrás dele, apareceu Jaume Masià, que se aproveitou da confusão para passar Izán que, por sua vez, fechou na terceira posição do pódio. Ainda assim, foi ótimo negócio, já que o espanhol assume a liderança do campeonato. Deniz Öncü e Daniel Holgado fecham o top-5.

Foggia venceu em Misano (Foto: Leopard)

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Tatsuki Suzuki aparece em sexto. Diogo Moreira teve uma boa largada, mas perdeu posições e preferiu fazer uma prova tranquila para fechar em sétimo. Completam o top-10: Ivan Ortolá, John McPhee e Stefan Nepa.

Já para Sergio García, que chegou líder em Misano, teve uma prova para esquecer. O piloto da Aspar sofreu queda nas primeiras voltas e, embora tenha retornado à disputa, tomou bandeira preta e foi desclassificado.

A Moto3 volta às pistas no próximo dia 18 de setembro para o GP de Aragão, no MotorLand. O GRANDE PRÊMIO acompanha todas as atividades do Mundial de Motovelocidade 2022.

Saiba como foi o GP de San Marino e da Riviera de Rimini de Moto3:

Apesar da previsão de chuva que ficou no ar em todo o fim de semana, o domingo começou com pista, mesmo com o céu parcialmente nublado. A temperatura estava em 27°C, com o asfalto na casa dos 33°C. A umidade relativa do ar era de 56%, com o vento soprando a 3 km/h.

A escolha de pneus para a corrida em Misano foi 100% uniforme: todos os pilotos calçaram o pneu dianteiro M3 e o traseiro S2, os mais macios disponíveis.

Na hora da largada, o pole-position Deniz Öncü saiu bem e manteve a ponta, com Diogo Moreira pulando para a segunda colocação, diante de Daniel Holgado. Logo em seguida, Izán Guevara tomou o segundo posto, diante do brasileiro. Também nos primeiros metros, Ayumu Sasaki e Niccola Carraro caíram na curva 4 e abandonaram a corrida.

Na volta 2, Guevara atacou e tomou a liderança, com Moreira e Holgado aproveitando para também passar Öncü. Dennis Foggia seguiu o embalo, escoltado por David Muñoz. Holgado seguiu a tendência de ataques e tomou o segundo posto de Diogo.

Na volta 3, Andrea Migno caiu na curva 1 e abandonou a corrida. O italiano não sofreu lesões maiores.

Líder do Mundial, Sergio Garcia vinha na oitava colocação depois de um incidente com Adrián Fernández na curva 1 logo na largada. O piloto da Aspar chegou a ser colocado para fora da pista, mas conseguiu se manter na corrida e agora tentava chegar na briga dos ponteiros.

Enquanto isso, Moreira estava de volta ao segundo posto, 0s254 atrás de Guevara. Foggia era o terceiro, seguido por Holgado, Muñoz, Öncü e García.

Foggia, então, lançou um ataque corajoso para cima do brasileiro e tomou a segunda colocação, com Dani também passando o brasileiro. Pouco depois, García tentou teve de escapar da pista depois de quase atingir a traseira de Öncü na 14. O espanhol seguiu na prova, mas, claramente impaciente, caiu pouco depois. Sergio levantou e voltou para a pista, mas só em 27º.

Guevara, por outro lado, seguia firme na liderança, agora com 0s331 de margem para Foggia. Holgado era o terceiro, seguido por Öncü, Muñoz, Masià, Tatsuki Suzuki e Moreira.

Na volta 7, García entrou nos boxes da Aspar, mas, depois de uma conversa com os mecânicos, foi enviado de volta à pista.

Alheio aos problemas do companheiro de equipe, Guevara permanecia firme, ampliando cada vez mais a liderança em Misano. Com 16 voltas para o fim, Izán já tinha 0s448 de margem em relação a Foggia, que confirmou no sábado que vai subir para a Moto2 em 2023 com a Italtrans.

Mais atrás, Suzuki conseguiu Öncü, que caiu para sexto. Na sequência, o turco passou a ser pressionado por Muñoz. Depois de resistir a um primeiro ataque, Deniz acabou ultrapassado e virou alvo de Moreira, que agora vinha em oitavo.

Aproveitando a velocidade da Honda da Leopard, Foggia cortou a vantagem de Guevara e, na volta 10, atacou para tomar a liderança na curva 10. Mais atrás, Moreira passou Öncü e assumiu o sétimo posto.

Deniz, contudo, conseguiu responder e avançou não só em cima do brasileiro, mas também passou Muñoz para tomar o sexto lugar. Em seguida, passou Suzuki e voltou ao quinto posto. Moreira, então, passou David e se instalou em sétimo.

Com Foggia na liderança, o ritmo da corrida diminuiu, o que permitiu que o pelotão formado por Öncü e Suzuki voltasse a se aproximar dos ponteiros. O atraso que era de mais de 1s2 começou a cair e rapidamente baixou de 0s6.

Com nove giros para o fim, Masià foi para cima de Holgado e tomou a terceira posição, entrando no pódio pela primeira vez na corrida deste domingo.

Na passagem seguinte, a direção de prova deu bandeira preta a Sergio García, sinalizando que ele deveria se retirar da corrida. O espanhol já tinha recebido uma série de bandeiras azuis por estar atrapalhando outros pilotos mais rápidos na corrida.

Na mesma volta, Guevara aproveitou a freada da oito para retomar a liderança, mas, na Tramonto, a briga pela ponta envolveu o trio da ponta, com Holgado se esforçando para tirar uma casquinha. Foggia conseguiu manter a liderança, diante de Masià, Izán e Dani.

Na volta seguinte, Guevara tomou brevemente a liderança, mas Foggia respondeu no Curvone e manteve a ponta. Pouco depois, Masià tentou atacar Izán, que segurou a segunda posição.

Mais atrás, Stefano Nepa avançou e passou Moreira, que caiu para oitavo. Pouco depois, John McPhee também deixou o brasileiro para trás.

Diogo reagiu e recuperou a posição de McPhee, que também foi superado por Muñoz e desceu para décimo.

Na ponta, Guevara atacou Foggia brevemente pela ponta, mas não conseguiu sustentar na Quércia e foi superado por Masià e Öncü, caindo para quarto.

Na volta final, Öncü passou Masià para ser segundo, mas Jaume conseguiu recuperar pouco depois. Guevara atacou pouco depois, avançando para a segunda colocação. Na Carro, a curva 14, Masià respondeu e voltou ao segundo posto, onde recebeu a bandeirada atrás de Foggia.

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