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Preso em operação da PF que investiga desvios no MEC, ex-gerente de projeto 'nunca praticou nada ilícito', diz defesa

Ex-gerente de projeto do MEC Luciano Musse— Foto: Reprodução/Arquivo pessoal

Ex-gerente de projeto do MEC Luciano Musse — Foto: Reprodução/Arquivo pessoal

O ex-gerente de projetos da Secretaria Executiva do Ministério da Educação (MEC), Luciano Musse, que foi preso em Goiânia durante uma operação da Polícia Federal que investiga desvios no MEC, "nunca praticou nada ilícito", segundo informou o advogado dele. A ação resultou também na prisão do ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, na manhã desta quarta-feira (22).

"Essa prisão é uma surpresa porque o Luciano nunca praticou nada de ilícito, de irregular", disse o advogado Zoser Hardman, que faz a defesa de Musse.

A TV Globo apurou que os pastores Gilmar Santos e Arilton Moura também foram detidos pela polícia durante a operação.

Após a prisão, que foi na manhã desta quarta-feira, em uma casa de Goiânia, Luciano foi levado para Brasília, onde deverá passar por uma audiência de custódia na quinta-feira (23).

Operação da PF

A TV Globo apurou que os pastores Gilmar Santos e Arilton Moura são investigados por atuar informalmente junto a prefeitos para a liberação de recursos do Ministério da Educação.

O nome de Gilmar foi citado por Milton Ribeiro em áudios divulgados em março. Nas gravações, o ex-chefe do MEC indica que a prioridade de repasse de verbas seria ditada por dois pastores, a pedido do presidente Jair Bolsonaro.

Depois, novo áudio do Ministério foi divulgado negando os favorecimentos. Na época, o pastor Gilmar negou participar de "gabinete paralelo".

A TV Anhanguera tentou contato com as defesas dos pastores Arilton Moura e Gilmar Santos, na manhã desta quarta-feira, mas não obteve resposta.

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