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Smart TVs Full HD: como escolher entre as mais baratas

Smart TVs Full HD já estão restritas a telas menores — Foto: g1

Smart TVs Full HD já estão restritas a telas menores — Foto: g1

As smart TVsFull HD ficaram mais restritas a modelos de entrada, com telas menores. Ali também há maior disputa de marcas, o que pode resultar em preços interessantes para quem não faz questão de ter "experiência de cinema" no aparelho.

Isso porque elas têm resolução (1.920 x 1.080 pixels), superior às HD, mas inferior às 4K e 8k, além de menos recursos que as mais caras.

Mas alguns modelos também se destacam por terem o sistema operacional de empresas como Google (Android) e Roku, o que pode significar lojas de aplicativos sempre atualizadas, por exemplo, o que não é comum depois de alguns anos nas TVs que têm sistema próprio da fabricante.

Veja abaixo uma seleção na faixa de R$ 2.000 (preços pesquisados em meados de novembro) e, ao fim da reportagem, 8 pontos a considerar na escolha.

TCL LED 40s6500fs Smart Full HD– 40 polegadas

Disponível em 43 polegadas e em 32 (mas só com HD). Possui sistema operacional Android, com o Chromecast embutido. A tela tem iluminação de LED, HDR e frequência de 60 Hz. Possui reconhecimento de voz e duas entradas HDMI e uma USB.

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Custava, em média, R$ 2.200, em meados de novembro.

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LG 43LM6370 – 43 polegadas

Tela de LED com 60 Hz de frequência e HDR10. Tem reconhecimento de voz pelo sistema da LG (ThinQ), além de 3 entradas HDMI 2.0 e 2 USB. Custava por volta de R$ 2.000 em meados de novembro.

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AOC Roku LED – 43 polegadas

Tela de LED com 60 Hz de frequência, equipada com o sistema operacional Roku, rival do Amazon Fire TV e da Apple TV, por exemplo. Possui 3 entradas HDMI e 1 USB. Não contém HDR.

O preço médio era de R$ 1.800 em meados de novembro.

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Semp 43s5300 LED – 43 polegadas

Também com sistema operacional Android, inclui o Google Assistente para comando de voz. A tela é de LED com frequência de 60 Hz, HDR10 e som Dolby Digital. São 2 entradas HDMI e 2 USB.

Custava em torno de R$ 2.000 em meados de novembro.

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Philco Roku LED Full HD 42G52RCF – 42 polegadas

Mais uma opção com sistema operacional Roku. Possui tela de LED com frequência de 60 Hz e 3 entradas HDMI e 2 USB. Seu preço médio era de R$ 1.700 em meados de novembro.

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8 pontos para observar antes da compra

1)RESOLUÇÃO: "A prioridade é a qualidade de imagem", ensina o professor Marcelo Zuffo, coordenador do Centro Interdisciplinar de Tecnologias Interativas da Universidade de São Paulo (USP).

Atualmente, as principais tecnologias relacionadas a isso são 4K, 8K e Full HD. Elas dizem respeito à resolução da tela: quanto maior essa relação, mais nítida a imagem.

As 8K, às vezes chamadas de "ultra full HD", têm resolução de 7.680 x 4.320 pixels, quatro vezes maior do que as 4K e isso também explica por que elas são grandes. As 4K, mais comuns no mercado, tem resolução de 3.840 x 2.160 pixels. As Full HD, de (1.920 x 1.080 pixels).

2)ILUMINAÇÃO: as tecnologias de brilho e contrastetambém respondem pela qualidade do que se vê. Saiba aqui o que é LED, QLED (pontos quânticos), OLED e microLED, que são as opções ofertadas atualmente nas smart TVs.

3) HDR: a sigla deHigh Dynamic Range, em inglês, também entra nesse quesito. Ele deixa as cores mais vivas e atua também sobre brilho e contraste. Suas evoluções são o HDR10 e o HDR10+. HLG e Dolby Vision são equivalentes ao HDR.

4) FREQUÊNCIA ou taxa de atualização, é o número de vezes por segundo que a imagem (quadro) é recriada na tela. Ela é medida em hertz (Hz) e, em geral, as smart TVs possuem telas de 60 Hz (60 quadros por segundo). As que têm 120 Hz podem fazer muita diferença em games.

5) CONEXÃO DE INTERNET: de nada adianta tudo isso se a internet for ruim. Os serviços de streaming costumam recomendar em torno de 5 Mbps (megabites por segundo) para vídeos em qualidade HD. Para os 4K, ao menos 25 Mbps.

"Uma questão importante é verificar se a TV tem (entrada para cabo) Ethernet, que permite conectá-la por cabo ao modem, sem depender da rede wi-fi", destaca Zuffo.

6) SISTEMA OPERACIONAL: o especialista explica que a maioria das TVs utiliza um sistema próprio, como o webOS, da LG, e o Tizen, da Samsung. Com eles, o consumidor fica dependente das atualizações para continuar tendo acesso aos aplicativos de streaming e outros que venha a desejar.

"Em geral, depois de 5 anos, eles deixam de atualizar o sistema. A indústria de TV não é a de celular", compara Zuffo. Nesse caso, segundo ele, há duas opções. Uma são as TVs com sistemas operacionais de empresas especializadas, como o Android, do Google, e o Roku.

A segunda é recorrer aos sticks de TV, como Chromecast, também do Google, o próprio Roku, o Amazon Fire TV, entre outros.

7) HDMI E USB: são essas entradas que permitirão conectar sticks, consoles, computadores e outros dispositivos à TV. "Tem que escolher (pelo menos) o HDMI 2.0", recomenda Zuffo. Já há TVs com HDMI 2.1. E o número de entradas também é importante.

8) SOM: recursos como Dolby Atmos prometem som de cinema. Para o professor da USP, este é um item muito pessoal. "Và à loja e teste o som alto", recomenda.

Aliás, para Zuffo, a experiência presencial faz diferença até na escolha da tecnologia de imagem e também para entender a operação: mudar de canal, como instalar a TV, etc.

Vale verificar se a TV tem suporte para Bluetooth ou conexão por cabo com caixas de som e fones de ouvido.

Esta reportagem foi produzida com total independência editorial por nosso time de jornalistas e colaboradores especializados. Caso o leitor opte por adquirir algum produto a partir de links disponibilizados, a Globo poderá auferir receita por meio de parcerias comerciais. Esclarecemos que a Globo não possui qualquer controle ou responsabilidade acerca da eventual experiência de compra, mesmo que a partir dos links disponibilizados. Questionamentos ou reclamações em relação ao produto adquirido e/ou processo de compra, pagamento e entrega deverão ser direcionados diretamente ao lojista responsável.

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