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Rússia pede a militares ucranianos que se rendam em Mariupol e acabem com 'resistência insensata' - Notícias - R7 Internacional

A Rússia pediu nesta terça-feira (18) a todos os militares ucranianos que "entreguem as armas" imediatamente e deu um ultimato aos que defendem a cidade de Mariupol para que acabem com a "resistência insensata".

"Não desafiem a sorte, tomem a decisão correta, a de acabar com as operações militares e entreguem as armas", afirmou o ministério da Defesa da Rússia em uma mensagem às forças ucranianas.

"Nos dirigimos a todos os militares do exército ucraniano e aos mercenários estrangeiros: um destino pouco invejável os aguarda devido ao cinismo das autoridades de Kiev", insistiu o ministério.

Em um trecho do comunicado que se refere aos que resistem na zona industrial de Azovstal, em Mariupol, o exército russo promete que "salvarão suas vidas" caso se rendam.

De modo concreto, a nota propõe um cessar-fogo a partir do meio-dia desta terça-feira, para que entre "14h00 em Moscou (8h00 em Brasília) e 16h00 (10H00 em Brasília), todas as unidades do exército ucraniano sem exceção e todos os mercenários estrangeiros saiam da usina metalúrgica de Azovstal, em Mariupol, sem armas nem munições".

"Pedimos às autoridades de Kiev que mostrem bom senso e ordenem aos combatentes que acabem com sua resistência insensata", afirmou o ministério da Defesa russo.

Desde o início do cerco a cidade estratégica de Mariupol no início de março, a Rússia pede com insistência às forças ucranianas que deponham suas armas.

Na semana passada, mais de mil soldados ucranianos se renderam em Mariupol, mas centenas, de acordo com os separatistas pró-Rússia, permanecem entrincheirados na imensa fábrica de Azovstal, a partir de onde respondem aos ataques das forças russas.

Nesta terça-feira, um comandante militar dos separatistas de Donetsk, Eduard Bassurin, afirmou que "grupos de ataque" apoiados por artilharia e a aviação russa começaram uma operação na zona industrial de Azovstal.

Bassurin disse na televisão russa que nenhum civil estava na zona industrial, uma versão contrária à relatada pelos combatentes ucranianos na área.


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