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Presidente de Taiwan diz que não provocará China, mas irá se defender em caso de ataque - Notícias - R7 Internacional

A presidente de Taiwan, Tsai Ing-wen, disse nesta quinta-feira (4) que o país não provocará conflitos, mas defenderá firmemente sua soberania e segurança nacional, em resposta aos exercícios militares da China na região da ilha.

De acordo com informações da Reuters, o governo chinês disparou mísseis perto das águas de Taiwan, um dia depois que a presidente da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, fez uma visita de solidariedade à ilha autogovernada.

Taiwan registou na última quarta-feira (3) a incursão de 27 aviões militares chineses na zona de defesa aérea do país. No dia anterior, a China já havia dado uma resposta aérea devido à viagem de Pelosi. Caças sobrevoaram o estreito de Taiwan em uma forma de demonstrar a desaprovação de Pequim.

A visita da presidente da Câmara dos Deputados dos EUA também gerou comentários do governo da Rússia, aliado próximo da China. O Kremlin que o nível de tensão provocado pela visita de Pelosi,a Taiwan "não deve ser subestimado".

Respondendo a uma pergunta sobre se o mundo estava mais próximo da guerra, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse aos repórteres que não era a favor de usar essa palavra, mas reiterou que a visita foi uma "provocação".

Em uma publicação, Pelosi afirmou que "a visita honra o compromisso inabalável dos Estados Unidos de apoiar a vibrante democracia de Taiwan". A ilha, porém, é lar de uma longa disputa política com a China, uma das principais concorrentes industriais dos americanos.


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