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TSE treina mesários para agilizar reconhecimento dos eleitores por biometria

TSE treina mesários para agilizar reconhecimento dos eleitores por biometria

TSE treina mesários para agilizar reconhecimento dos eleitores por biometria

Mesários estão sendo treinados para agilizar o reconhecimento da biometria dos eleitores e reduzir as filas no segundo turno.

Aos 78 anos, Dona Neuza tem algumas paixões: os filhos, a costura, organizar festas de aniversário e votar.

“É o direito que eu tenho, eu não posso abrir mão desse direito, e eu acredito que o meu voto pode ajudar a definir muitas coisas”, diz Neuza.

No primeiro turno, a digital da Dona Neuza não foi reconhecida, mas ela votou e anda orgulhosa com o comprovante na bolsa.

“Eu faço questão no dia ir lá nas eleições votar”, conta

Se o eleitor tiver a biometria cadastrada, ele precisa colocar um dos quatro dedos pré-definidos no leitor. Pode ser qualquer um dos indicadores ou dos polegares. A urna permite quatro tentativas. A biometria é a garantir a segurança de que é o próprio cidadão quem está votando.

Pequenos machucados na mão ou a colocação incorreta do dedo no leitor podem prejudicar a identificação biométrica. O correto é posicionar toda a parte acima da linha do dedo no leitor.

“Só você tem a sua biometria, só você tem essa digital, com essa identificação biométrica, então, é uma garantia a mais de segurança para a sua votação”, explica a secretária de Gestão de Pessoas do TSE, Thayanne Fonseca.

Se após quatro tentativas, não for possível identificar a digital, o eleitor com o título regular vota e deve assinar o livro da Justiça Eleitoral, como já faz quem não tem a biometria; 75% dos eleitores têm a digital cadastrada, seja porque fizeram o recadastramento biométrico ou porque o Tribunal Superior Eleitoral obteve o compartilhamento de informações de bancos de dados da biometria, como da carteira de motorista.

No primeiro turno, houve filas em vários estados. O TSE diz que a demora na votação não foi provocada somente pelos procedimentos da biometria. Houve outros fatores, como o tempo que cada eleitor levou para votar em cinco candidatos.

Nesse segundo turno, o Tribunal reforçou o treinamento dos mesários para acelerar o processo de biometria e a organização das filas.

“O que a gente orienta para o segundo turno é que os mesários tenham esse cuidado de garantir o melhor fluxo dentro da seção eleitoral. Ou seja, enquanto um eleitor está na cabina votando, já é possível convidar o próximo eleitor a entrar e começar os procedimentos de identificação, verificação de documentos. Isso já pode garantir um fluxo mais adequado”, aponta Thayanne.

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