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MS deve comprar 28 mil doses da vacina Sputnik V, afirma secretário-executivo de Consórcio

Reunião com conselheiros do Consórcio Brasil Central foi realizada nesta terça-feira (8) — Foto: Divulgação

Reunião com conselheiros do Consórcio Brasil Central foi realizada nesta terça-feira (8) — Foto: Divulgação

Conselheiros do Consórcio Brasil Central, que tem a participação do Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Maranhão, Tocantins e Rondônia, se reuniram, nesta terça-feira (8), para discutir a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), com restrições, da vacina Sputnik contra Covid-19.

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Neste encontro, saiu uma previsão de quantas doses os estados do grupo podem receber. Após a reunião, o secretário executivo do Consórcio, o vice-governador do DF, Paco Britto, afirmou que 270 mil doses devem ser compradas pelo grupo. 28 mil delas viriam para Mato Grosso do Sul.

Segundo Britto, foram vários os itens analisados pelos conselheiros, que agora discutem com secretários de saúde e governadores para, até a próxima quinta-feira (10), decidirem se é possível atender as exigências da Agência. Na opinião do secretário-executivo do Consórcio, a situação é viável pois pode salvar vidas, mesmo com o quantitativo pequeno.

Entre as limitações impostas pela Anvisa, estão que o imunizante russo só pode ser aplicado em apenas 1% da população dos estados, não pode ser aplicado em pessoas com comorbidades, a bula tem que ser disponibilizada em português e que deve ser emitido um comunicado claro de que o imunizante não tem avaliação da Anvisa em relação à qualidade, eficácia e segurança.

Os conselheiros do Consórcio consideram grandes as chances dos estados que fazem parte do grupo aceitarem essas condições. Paco Britto informou, ainda, que a Anvisa quer analisar os efeitos da vacina para depois decidir se pode liberar novas remessas. "A Agência tem que ter agilidade em seus processos, não adianta aplicar 30 mil doses e esperar dois meses decidir sobre nova importação", afirmou, à TV Morena.

Procurada pelo G1 e pela TV Morena, a Secretaria de Saúde de Mato Grosso do Sul afirmou que ainda segue analisando as exigências e que só deve se decidir sobre o assunto na próxima quinta-feira.

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