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Fumaça que cobre Cuiabá pode ter relação com incêndio na MT-251 e direção do vento, segundo bombeiros

Fumaça que cobre Cuiabá pode ter relação com incêndio na MT-251

Fumaça que cobre Cuiabá pode ter relação com incêndio na MT-251

O Corpo de Bombeiros informou que a fumaça que cobre Cuiabá na manhã desta quinta-feira (8) pode ter relação com o incêndio que atinge as proximidades da MT-251 e o Campo de Instrução do Exército Brasileiro.

Outro agravante para a cortina de fumaça é a direção do vento, que está no sentido norte. A umidade relativa do ar prevista para a capital é de 20% e a sensação de secura deve aumentar ainda mais com os impactos do incêndio.

Segundo o Corpo de Bombeiros, a ocorrência está em atendimento desta a quarta-feira (7), quando foi detectado fogo em área de vegetação no distrito de Coxipó do Ouro, nas proximidades da rodovia e da área do Exército.

Nesta quinta-feira, atuam no local, cinco equipes de bombeiros militares e três da Defesa Civil de Mato Grosso, com apoio de 120 militares da força armada.

“As ações no local são monitoradas via satélite pela Sala de Situação Descentralizada e pelo Batalhão de Emergências Ambientais, em Cuiabá, que orientam as equipes em campo”, informou a corporação.

Proporção

Segundo a Defesa Civil, outras queimadas, por menores que sejam, impactam na quantidade de fumaça que cobre a capital.

Quanto à atuação nas ocorrência, o órgão atua no apoio logístico.

“A Defesa Civil fornece o apoio logístico com a locação de aeronaves agrícolas. O Corpo de Bombeiros, através do Batalhão Ambiental, do Diretor Ambiental e do Centro Integrado Multiagências, faz a solicitação e o secretário-adjunto autoriza e empenho das aeronaves para que auxiliem nas operações”, explica o coordenador de Prevenção e Preparação, sargento José Bruno de Souza Filho

Saúde

A fumaça, segundo o médico Luiz César Scala, é prejudicial à saúde e pode levar a quadros graves.

“Essas partículas em suspensão no ar de queima de mato, de biomassa, são agressores da mucosa do revestimento interno. Elas podem causar sinusite, traqueíde e bronquite, que, em um segundo momento, esse líquido aumentado no brônquio pode ser colonizado com bactérias e fungos, podendo levar às pneumonias infecciosas”, alerta.


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