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Quatro pessoas são presas suspeitas de roubar a Câmara Municipal de Betim, na Grande BH

Operação da Polícia Civil prendeu quatro pessoas suspeitas de envolvimento em roubo na Câmara Municipal de Betim, na Grande BH. — Foto: Polícia Civil de Minas Gerais

Operação da Polícia Civil prendeu quatro pessoas suspeitas de envolvimento em roubo na Câmara Municipal de Betim, na Grande BH. — Foto: Polícia Civil de Minas Gerais

Quatro pessoas foram presas durante operação da Polícia Civil, na manhã desta quarta-feira (9), suspeitas de envolvimento em um roubo dentro da Câmara Municipal de Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Sete mandados de busca e apreensão foram cumpridos, durante a ação.

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Segundo a Polícia Civil, na Operação Pritaneu, os suspeitos foram presos no bairro Pindorama, na Região Noroeste de Belo Horizonte, e em Capelinha e Universal, em Betim.

Durante a ação policial, a chave da Câmara Municipal de Betim foi encontrada na casa de um dos suspeitos.

A identidade dos presos não foi divulgada pela Polícia Civil.

Segundo a Polícia Civil, na casa de um dos suspeitos, foi encontrada a chave da Câmara Municipal de Betim. — Foto: Polícia Civil de Minas Gerais

Segundo a Polícia Civil, na casa de um dos suspeitos, foi encontrada a chave da Câmara Municipal de Betim. — Foto: Polícia Civil de Minas Gerais

Relembre o caso

O roubo na Câmara de Betim aconteceu na madrugada do dia 4 de abril. De acordo com a Polícia Militar (PM), o porteiro foi rendido por dois homens, sendo que um deles estava armado.

"Eles conseguiram levar três revólveres calibre 38, três placas de colete, munição, dois rádios comunicadores, dois celulares e R$ 450, dinheiro que era do porteiro", contou o aspirante Anísio Lopes, no dia da ocorrência.

Três revólveres e três coletes de proteção à prova de balas que eram dos vigias foram levados pelos suspeitos. O porteiro não se feriu.

A Câmara Municipal de Betim informou, na época do crime, que os assaltantes usavam boné e máscara de proteção. Depois de render o vigia, eles arrombaram a sala do cofre. Além dos materiais já citados, também levaram os crachás usados pelos vigilantes da instituição.

A Casa explicou ainda que, "de acordo com a determinação da Polícia Federal, as armas e coletes usados por empresas terceirizadas de vigilância armada devem ficar no estabelecimento em que prestam o serviço". Segundo a Câmara, o cofre cumpre todas as exigências.

A perícia esteve no local e realizou os trabalhos de praxe.

Câmara Municipal de Betim, na Grande BH — Foto: Acervo/TV Globo

Câmara Municipal de Betim, na Grande BH — Foto: Acervo/TV Globo

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