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Multidão aos prantos canta 'Deus salve a Rainha' no Palácio de Buckingham

Multidão do lado de fora do Palácio de Buckingham, em 8 de setembro de 2022, quando a rainha Elizabeth II morreu — Foto: Henry Nicholls/Reuters

Multidão do lado de fora do Palácio de Buckingham, em 8 de setembro de 2022, quando a rainha Elizabeth II morreu — Foto: Henry Nicholls/Reuters

Milhares de pessoas se reuniram do lado de fora do Palácio de Buckingham, em Londres, chorando e cantando o hino "Deus salve a Rainha" em uma demonstração espontânea de emoção após a divulgação da notícia de que a rainha Elizabeth havia morrido nesta quinta-feira (8).

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Um arco-íris duplo se formou sobre o horizonte de Londres pouco antes de os simpatizantes da monarca entrarem em silêncio atordoados, enquanto o palácio baixava a bandeira do Reino Unido a meio mastro, sinalizando a morte da rainha.

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"Nós crescemos com ela sempre presente", disse a consultora Margaret Parris, com lágrimas nos olhos.

Parris viajou 32 km até o palácio após ouvir no início do dia que a rainha havia adoecido.

Elizabeth morreu pacificamente em sua casa na Escócia, aos 96 anos. Seu filho mais velho, Charles, 73, agora é rei.

O clima na esplanada em frente ao Palácio de Buckingham era muito diferente há três meses, quando a rainha apareceu na sacada sob aplausos dos foliões que desfrutavam das comemorações do Jubileu de Platina, que marcou os 70 anos de reinado de Elizabeth.

Na quinta-feira, uma sensação de ansiedade se transformou em choque quando a notícia de sua morte foi anunciada. O palácio fixou um aviso oficial nos portões do lado de fora, sobre o qual londrinos e turistas se apressaram e se amontoaram para ler.

Milhares de pessoas começaram a chegar, algumas delas carregando flores.

"O sentimento é de que a História estava acontecendo, então corremos para o palácio. Um acontecimento e tanto para uma viagem de férias", disse Nabeel Dockrat, 26, turista da África do Sul.

A sensação de testemunhar a História foi sentida com a mesma intensidade a mais de 400 km de distância em Edimburgo, capital da Escócia.

"É um daqueles dias como 'onde você estava quando JFK (o ex-presidente norte-americano John F. Kennedy) foi baleado? Onde você estava no 11 de setembro?'", disse Laura McGee, 37, uma advogada de Glasgow.

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