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Exército dos EUA diz que soldados que recusarem vacina contra Covid-19 podem ser dispensados

Militares do Exército dos Estados Unidos que se recusarem a se vacinar contra o coronavírus podem ser suspensos de suas funções e possivelmente dispensados, informou a corporação na terça-feira.

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Soldado do Exército dos EUA prepara vacina contra Covid-19 para aplicação em Miami10/03/2021 REUTERS/Marco Bello
Soldado do Exército dos EUA prepara vacina contra Covid-19 para aplicação em Miami 10/03/2021 REUTERS/Marco Bello
Foto: Reuters

Depois que a Agência de Alimentos e Medicamentos dos EUA (FDA) aprovou totalmente a vacina da Pfizer/BioNTech em agosto, o secretário da Defesa, Lloyd Austin, ordenou que todos os militares na ativa precisam se vacinar.

O Exército disse que começou a implantar a ordem no final de agosto, acrescentando que os soldados podem pedir uma isenção por razões médicas, religiosas ou administrativas legítimas.

Mas comandantes, sargentos, primeiros-sargentos e militares em cargos da Lista Seleta de Comando que se recusarem a se vacinar e não aguardam um pedido de isenção encarariam uma suspensão e uma dispensa caso decidam não obedecer, informou o Exército em um comunicado.

"Embora os soldados que recusem a vacina serão primeiramente aconselhados por sua cadeia de comando e por provedores de serviços médicos, insistir no descumprimento pode resultar em punição administrativa ou não-judicial - e incluir suspensão das tarefas ou dispensa", disse.

"Isto é, muito literalmente, uma questão de vida e morte para nossos soldados, suas famílias e as comunidades em que vivem", disse o cirurgião-geral do Exército dos EUA, Raymond Scott Dingle, citando a preocupação com a disseminação da variante Delta altamente contagiosa.

Até a semana passada, o Departamento da Defesa havia relatado mais de 353 mil casos de Covid-19 e mais de 450 mortes em suas fileiras.


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