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Kanye West é investigado por agredir um fã em Los Angeles

O rapper Kanye West, hoje conhecido também por Ye, está sendo investigado pela polícia de Los Angeles por um caso de agressão ocorrido na última quinta-feira (13). O Departamento de Polícia da cidade listou o cantor de 44 anos como principal suspeito da investigação. Nenhuma prisão foi realizada ainda.

A briga ocorreu na madrugada, na área da Santa Fe Avenue, próximo ao hotel Soho Warehouse. Segundo fontes do site TMZ, a discussão teria começando quando um fã se aproximou de West para pedir um autógrafo. Após a recusa do astro, seguiu-se uma troca de insultos, até o momento em que o rapper agrediu o outro homem. Quando a polícia chegou ao local, West já havia ido embora.

West já estaria a caminho de seus estúdios na Califórnia, onde trabalha em um novo álbum, bem como começa a planejar seu show no festival Coachella – que o anunciou como headliner na mesma quinta-feira.

Pouco antes do incidente, ele podia ser visto nas redes sociais em uma festa com a atriz Julia Fox, e a cantora Madonna. O grupo, que incluía ainda o ator Jason Lee e os atletas Floyd Mayweather e Antônio Brown, compartilhou registros do encontro nas redes. Segundo Madonna comentou em seu Instagram, a noite discutiu detalhes do projeto de um filme sobre a vida da cantora, a ser estrelado por Fox (de “Joias Brutas”).

West tem se envolvido em uma série de polêmicas nos últimos anos. Em outubro do ano passado, mudou legalmente seu nome para Ye. O apelido, que ele já usava e ilustrou títulos de coleções de moda e até álbuns, tem conotações religiosas. A mudança veio logo após a confirmação de seu ruidoso divórcio com a socialite Kim Kardashian, com quem foi casado por sete anos.

A separação é comentada em “Donda”, último álbum de West, lançado em agosto de 2021. Em produção por anos, a obra concebida inicialmente como uma homenagem a sua mãe, causou controvérsia ao ser finalmente divulgada.

Além de discutir elementos da sua vida pessoal e suas empreitadas políticas (como a campanha à Presidência dos EUA em 2020), as músicas contam com participações dos artistas DaBaby, envolvido em polêmicas por declarações homofóbicas, e Marilyn Manson, acusado por mais de uma dezena de mulheres de abuso sexual e psicológico.


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