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Von der Leyen cobra união do Conselho UE sobre adesão de Kiev

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A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou neste domingo (12) que espera "união" do Conselho Europeu para conceder à Ucrânia o status de "país candidato" a entrar na UE. A declaração foi dada a jornalistas após a visita que fez a Kiev neste sábado (11).
    "O desafio é sair do Conselho Europeu com uma posição única, que reflita a grandeza dessas decisões históricas. O meu desejo é que olhando para trás, nesses últimos 20 anos, possamos dizer que nós tomamos a decisão certa, mostrando que não somos tímidos ou temos uma mentalidade fechada", afirmou a líder do Executivo.
    Segundo Von der Leyen, repetindo o que afirmou ao lado do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, Kiev atingiu "muitos" dos seus objetivos nos últimos 10 anos e "muitos outros ainda precisam ser atingidos". "O nosso parecer para a adesão à UE é conhecido por todos e é baseado no mérito", disse ainda.
    Segundo fontes europeias, os dossiês da Ucrânia devem ser avaliados durante essa semana pelos comissários do bloco e um anúncio sobre a concessão ou não do status de candidato deve ser anunciada após a reunião da próxima sexta-feira (17). Já a decisão do Conselho Europeu deve ser tomada no fim deste mês durante a cúpula de líderes.
    China - Enquanto os ataques russos nas áreas leste e sul da Ucrânia se intensificam, a China voltou a dizer que não está fornecendo nenhum tipo de material para Moscou na guerra atual.
    O ministro da Defesa, Wei Fenghe, durante uma reunião em Singapura, ainda voltou a insinuar que os Estados Unidos estão por trás do conflito e que a guerra não é responsabilidade dos russos.
    "Um conflito ou uma guerra são a última coisa que a China queria ver na Ucrânia. Ao mesmo tempo, não acreditamos que a máxima pressão ou as sanções podem resolver os problemas. Ao contrário, isso pode provocar ainda mais tensão", afirmou aos presentes.
    Pequim ainda afirmou que continua a "apoiar sempre" o diálogo entre Moscou e Kiev e que espera que Estados Unidos e Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) tenham conversas com a Rússia "para criar as condições de um cessar-fogo mais rápido". .
   


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