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Bolsonaro volta a afirmar que 'liberdade para nós é algo inegociável'

BRASÍLIA E SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - Em seu primeiro ato de campanha em São Paulo, na cidade de São José dos Campos, no Vale do Paraíba, o presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a dizer que a liberdade é "inegociável" nesta quinta-feira, 18. Embora não tenha citado o Supremo Tribunal Federal (STF) e seus ministros no discurso, o candidato à reeleição costuma repetir frases como essa para criticar inquéritos na Corte que investigam ameaças e a disseminação de informações falsas.

"A liberdade para nós é algo inegociável. Por mais que eu seja atingido, eu renego isso daí, vamos para a liberdade de expressão. Se um dia eu me sentir prejudicado, entro na Justiça, mas jamais cometerei arbitrariedade com quem quer que seja. A nossa liberdade é mais importante que a vida. O homem ou a mulher presos não tem vida", disse o chefe do Executivo.

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Bolsonaro também repetiu que é contra o que chama de "ideologia de gênero" e rechaçou a legalização das drogas, temas da agenda conservadora que une seu eleitorado. Assim como fez em seu primeiro ato oficial da campanha, terça-feira, 16, em Juiz de Fora (MG), Bolsonaro adotou tom religioso em seu discurso. O candidato disse que "deu a vida" a Deus e que, em contrapartida, teria recebido a "missão" de ser presidente da República.

Sem capacete, Bolsonaro participou de motociata em São José dos Campos Foto: Carla Carniel/REUTERS

O discurso de Bolsonaro foi feito durante visita ao Parque Tecnológico, em São José dos Campos. Ele também participou de uma motociata. O candidato de Bolsonaro ao governo de São Paulo é o ex-ministro Tarcísio de Freitas (Republicanos), cujo vice é o ex-prefeito da cidade Felício Ramuth (PSD).

Bolsonaro também afirmou que sua gestão vem fazendo um bom trabalho na área econômica. "Sou o técnico de futebol que escalou esse time", disse ao lado de Tarcísio de Freitas e do também ex-ministro Marcos Pontes (PL), hoje candidato ao Senado. "A taxa de desemprego cai para 8% no mês que vem, os números da economia não mentem" disse ele, comparando os índices econômicos o País com os do Chile, Argentina, Colômbia e Venezuela. "Lá, mesmo com toda riqueza (natural) as pessoas estão passando fome", emendou.


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