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Quinteto de Saxofones da Amazônia Jazz Band se apresenta no Foyer do Theatro da Paz

Em mais uma edição da série “Música de Câmara do Theatro da Paz”, nesta segunda-feira (20), às 18h30, o público recebe o Quinteto de Saxofones da Amazônia Jazz Band (AJB) para uma apresentação no Salão Nobre Foyer, em Belém.

Durante a apresentação, os expectadores podem esperar muita música com clássicos da bossa nova, temas conhecidos de filmes, improvisações, além de toda a mistura rítmica da valsa jazz, do baião e do drum bass.

O grupo formado por oito músicos da Big Band, sendo estes: os saxofonistas Elias Coutinho, Marcos Vinícius, Toninho Gonçalves, Daniel Serrão e Iuri Paulino; o percussionista Thiago D’Albuquerque; o pianista Edgar Matos e o contrabaixista Augusto Meireles, conhecido como “Babu”.

Este concerto do quinteto de saxofone promete ser uma seção rítmica, com acompanhamento da sonoridade da percussão, do contrabaixo e piano, afirma Elias Coutinho, chefe do naipe de saxofones da AJB.

“Sempre gosto de lembrar de naipes lendários, como o ‘Quinteto de Saxofone Super Sax’, um grupo norte-americano com uma extensa carreira e vários discos lançados, exatamente com nossa formação. O diferencial da nossa formação é que temos percussão e nossos arranjos não são só para o jazz, incluímos música brasileira”, explica o artista.

O espetáculo será aberto com uma música tema muito conhecida do filme “Missão Impossível”, em que os músicos vão apresentar improvisações com a presença marcante da interpretação de cada músico. Em seguida, é a vez de “Wave”, do artista Tom Jobim, clássico da bossa nova, com arranjo de Elias Coutinho, que trouxe uma seção rítmica para essa formação de saxofones – lembrando a influência que a música americana tem dentro da música brasileira. A obra conta, inicialmente, com estrutura original e na parte b apresenta um ritmo característico da valsa jazz.

A terceira música a ser tocada é “Barquinho”, de Roberto Menescal, com arranjos também de Elias Coutinho. Desta vez, o artista quis apresentar ao público um pouco da contemporaneidade de estilos, trabalhando em mudanças rítmicas que envolvem o ritmo norte-americano eletrônico, intitulado drum bass, que é um estilo de música pop. Ainda na mesma música, o estilo baião também será contemplado, implementando a mudança estilística para trazer uma nova leitura à música clássica.

A quarta música a ser apreciada é “Over The Rainbow”, música tema do filme “O mágico de Oz”. Somente o quinteto de saxofone vai apresentar esta peça para trazer uma sonoridade diferente, que tem semelhança com a formação tradicional do quinteto vocal – que nesta formação conta com instrumentos exatamente como as vozes barítono, tenor, alto e soprano. Este promete ser um momento marcante, que trará ao público nostalgia.

A quinta obra é “Spain”, um clássico da música instrumental internacional, do pianista e compositor Chick Corea, cuja música traz uma menção à música hispânica e na composição há a presença do samba.

Por último, a sexta música é um hino para todos os paraenses: “Foi assim”, dos irmãos Paulo André e Ruy Barata, com arranjo de Saldanha, trombonista e arranjador que já foi integrante de outra formação da AJB.


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