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Laudo aponta asfixia mecânica por estrangulamento como causa da morte de jovem, em Pinhais

Letícia Stefani Inácio Raimundo tinha 24 anos e era técnica de enfermagem — Foto: Reprodução/RPC

Letícia Stefani Inácio Raimundo tinha 24 anos e era técnica de enfermagem — Foto: Reprodução/RPC

A jovem Letícia Stefani Raimundo, encontrada morta atrás da escada do condomínio onde morava, em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, morreu por asfixia mecânica por estrangulamento, de acordo com o laudo pericial realizado pela Polícia Científica.

O corpo da vítima foi encontrado em 3 de outubro com sinais de violência. O ex-namorado dela, Pedro Henrique de Oliveira, foi preso no dia seguinte e, segundo a Polícia Civil, confessou o crime.

O laudo foi finalizado nesta quarta-feira (13).

O g1 tenta contato com a defesa de Pedro Henrique de Oliveira.

Letícia Stefani, de 24 anos, foi encontrada morta no condomínio onde morava, em Pinhais — Foto: Reprodução/RPC

Letícia Stefani, de 24 anos, foi encontrada morta no condomínio onde morava, em Pinhais — Foto: Reprodução/RPC

O crime

De acordo com a polícia, o suspeito do crime disse que foi atrás da vítima após vê-la acompanhada em fotos nas redes sociais.

No depoimento, o suspeito disse que chegou ao condomínio de Letícia de madrugada e que ficou esperando a jovem voltar para casa.

Segundo polícia, jovem chegou até condomínio onde morava em carro de aplicativo — Foto: Reprodução/RPC

Segundo polícia, jovem chegou até condomínio onde morava em carro de aplicativo — Foto: Reprodução/RPC

Segundo a polícia, o suspeito disse que discutiu com Letícia e, após levar um tapa e um arranhão, empurrou a vítima, que caiu desacordada. No depoimento, dado no dia da prisão, ele disse que não se lembrava se tinha sufocado a vítima com um cadarço que foi encontrado no local dos fatos.

Letícia tinha 24 anos e era técnica de enfermagem. O corpo dela foi encontrado com sinais de violência por vizinhos, atrás de uma escadaria do condomínio onde morava.

Segundo a família de Letícia, a jovem namorou o suspeito durante quatro meses e o relacionamento tinha terminado cerca de 15 dias antes do crime.

O suspeito não tem passagens pela polícia. Ao ser preso, ele chegou a indicar para a polícia o local em que descartou a bolsa e o celular de Letícia e a própria camiseta, com sangue da vítima. O Corpo de Bombeiros fez buscas durante a tarde, mas nada foi encontrado.

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