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Paraná é o 2º estado que mais recebeu denúncias de assédio eleitoral, diz MPT

Eleições 2022, Curitiba, votação, voto, urnas eletrônicas, Paraná, pleito, eleitores, eleição — Foto: Giuliano Gomes/PRPress

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O Paraná é o segundo estado que mais registrou denúncias de assédio eleitoral em 2022. De acordo com o Ministério Público do Trabalho (MPT), 44 boletins foram registrados até esta sexta-feira (14).

Conforme o órgão, houve um aumento do número de denúncias após o 1º turno das eleições. O 2º turno será em 30 de outubro.

O assédio eleitoral é crime e ocorre quando um empregador age para coagir, ameaçar ou prometer benefícios para que alguém vote em determinado candidato.

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De acordo com o MPT, o Paraná só registrou menos casos que Minas Gerais, que lidera com 53 ocorrências registradas pelos promotores. Veja o ranking a seguir:

  1. Minas Gerais  53
  2. Santa Catarina 44
  3. Paraná   44
  4. Rio Grande do Sul 39
  5. São Paulo  23
  6. Piauí 9
  7. Mato Grosso 9
  8. Rio de Janeiro 8
  9. Alagoas 8
  10. Pernambuco 8
  11. Distrito Federal  7
  12. Rondônia 7
  13. Sergipe 6
  14. Ceará 5
  15. Pará  5
  16. Maranhão 4
  17. Rio Grande do Norte  4
  18. Tocantins 4
  19. Mato Grosso do Sul  3
  20. Bahia 2
  21. Espírito Santo 1
  22. Goiás 1
  23. Acre  1
  24. Amazonas 1
  25. Amapá 0
  26. Roraima 0
  27. Paraíba 0

As suspeitas de assédio eleitoral são de todas as regiões do Brasil. As denúncias são sigilosas, portanto o órgão não divulgou mais informações sobre elas.

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O assédio eleitoral pode ser penalizado na esfera trabalhista e criminal, segundo o MPT. Porém, não há uma lei especifica para o crime.

Fiscalização

Como forma de reforçar a fiscalização, o Ministério Público do Trabalho no Paraná (MPT-PR) se reuniu em 7 de outubro com sindicatos para discutir os direitos dos empregados no período eleitoral e as formas de assédio.

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Segundo o MPT, o objetivo é que as entidades sindicais também ajudem a combater a possível coação dos empregadores.

Como denunciar

No Paraná, o MPT disponibiliza os telefones (41) 3304-9000, (41) 3304-9001 e (41) 3304-9009 para atender os trabalhadores e receber denúncias.

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