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PF autua 10 empresas no Piauí por suspeita de atuação clandestina de segurança privada

Polícia Federal durante operação Segurança Legal no Piauí — Foto: Divulgação/PF-PI

Polícia Federal durante operação Segurança Legal no Piauí — Foto: Divulgação/PF-PI

A Polícia Federal no Piauí autuou 10 empresas durante a "Operação Segurança Legal", que foi realizada na quinta-feira (25) com o objetivo de apurar a atuação de empresas clandestinas de segurança privada.

Das 10 empresas autuadas, seis são empresas que atuam com a segurança privada e quatro contrataram seguranças de forma irregular.

O delegado Ronaldo Prado, da Polícia Federal, informou que a operação foi realizada nas cidades de Teresina, Campo Maior, Demerval Lobão e em Parnaíba. Ele destacou que empresas de segurança só podem funcionar com autorização da Polícia Federal.

“Foram fiscalizadas 15 empresas. Se elas contrataram empresas clandestinas, tanto o tomador de serviço quanto a empresa são autuadas”, explicou o delegado em entrevista à TV Clube.

Com a autuação, as empresas de segurança privada devem parar de funcionar, até que seja regularizada a sua situação. O delegado explicou que é importante que as empresas atendam aos requisitos necessários para que possam continuar funcionando.

“Principalmente em relação a ter vigilantes formados, através de um curso onde são preparados para atuar na área de segurança privada. Isso também serve para o particular, uma pessoa que contrata um vigia, também está infringindo porque precisa contratar um vigilante de empresa privada credenciada pela Polícia Federal”, explicou.

Operação Segurança Legal no Piauí — Foto: Divulgação /PF

Operação Segurança Legal no Piauí — Foto: Divulgação /PF

O delegado Ronaldo Prado destacou que as empresas devem ficar atentas a quem estão contratando. É possível conferir no site da Polícia Federal se a empresa possui autorização.

"Se você contrata profissionais não habilitados, para prestar um serviço de segurança privada, que é essencial, de grande responsabilidade, e se essa empresa não dá um treinamento específico, inclusive para arma de fogo, isso gera um grande risco, porque não teve qualquer tipo de treinamento”, destacou.

Ele explicou que ninguém foi preso e devido à importância da ação, a fiscalização deve ser estendida para outros municípios do estado.

“Essa também foi uma ação de conscientização do próprio empresariado para que contratem empresas legalizadas, com autorização da Polícia Federal. Infelizmente, a grande maioria contrata empresas clandestinas, que são profissionais não qualificados, não preparados para essa função e segurança privada é algo sério”, afirmou.

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