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Ministério Público Federal abre novo prazo e dá 5 dias para Ministério da Família detalhar denúncias de Damares sobre exploração sexual de crianças

A Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, instância do Ministério Público Federal (MPF), abriu novo prazo de cinco dias para o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos apresentar detalhes e explicações das denúncias feitas pela ex-ministra Damares Alves sobre exploração sexual de crianças na Ilha de Marajó, no Pará.

O prazo inicial para apresentar as informações se encerrou na segunda-feira (17), mas o ministério não apresentou informações.

O MPF fez o primeiro pedido na semana passada, após Damares, eleita senadora, ter dito em culto em Goiânia que crianças de Marajó são traficadas para o exterior e submetidas a mutilações corporais e a regimes alimentares que facilitam abusos sexuais. No discurso, ela deu detalhes do que diz ter sido descoberto pelo governo e afirmou ainda que o ministério teria imagens dos supostos crimes.

A fala da ministra suscitou reações no meio político. A oposição afirmou que, se ela tem notícia dessas atrocidades, pode ter cometido crime de prevaricação ao não relatar a autoridades que possam investigar.

O MPF cobrou informações do ministério e quer saber também quais ações foram tomadas.

Além disso, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski deve mandar à Justiça Federal do Pará um pedido de investigação das falas da ex-ministra sobre abuso sexual infantil.


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