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Baile funk onde jovem morreu após explosão reuniu centenas na Rocinha

Polícia investiga morte de jovem que teve queimaduras depois de uma explosão em um baile funk

Polícia investiga morte de jovem que teve queimaduras depois de uma explosão em um baile funk

O baile funk onde a jovem Carolina Gonçalves Oliveira, de 20 anos, morreu depois de uma explosão que provocou queimaduras em seu corpo, era um evento clandestino e reunia centenas de pessoas na Rocinha, na Zona Sul do Rio.

Conhecido como Baile de Moscow, a festa acontece pelo menos duas vezes por semana, na rua quatro. Imagens gravadas no dia do acidente mostram o local lotado.

Mesmo sem autorização para acontecer, o evento na Rocinha tem perfil nas redes sociais e costuma fazer referência ao crime organizado.

Os organizadores até publicaram uma nota de pesar pela morte de Carolina.

Como foi o acidente

Testemunhas contaram que uma caixa com frascos de lança-perfume, uma droga inalável, feita à base de éter, pegou fogo e explodiu. Carolina estava perto e foi atingida.

VÍDEO: Jovem morre após ter 80% do corpo queimado em baile funk na Rocinha

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Imagens nas redes sociais mostram o baile lotado e uma labareda sobre a mesa onde os lança-perfumes estavam (veja vídeo do fogo acima).

O caso foi registrado na 36ª DP (Santa Cruz), porque Carolina estava internada no Hospital Pedro II, mas a delegada informou que o inquérito seria enviado para 11ª DP (Rocinha).

O corpo de Carolina foi enterrado neste domingo (6) no Cemitério do Caju.

O que diz a PM

Em nota, a Polícia Militar disse que em algumas comunidades, os eventos são frequentados por criminosos armados que reagiriam a uma intervenção policial, expondo a vida de moradores. Segundo a corporação, por isso, a PM age sempre de maneira prévia na desarticulação de festas sem autorização.


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