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Um dos acusados da morte do delegado Calixto tem habeas corpus negado em Porto Velho

Delegado Valney Calixto foi morto após troca de tiros em casa de eventos de RO — Foto: Facebook/Reprodução

Delegado Valney Calixto foi morto após troca de tiros em casa de eventos de RO — Foto: Facebook/Reprodução

O Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO) negou o habeas corpus e manteve a prisão preventiva de Édipo Teixeira Pereira, um dos acusados de envolvimento na morte do delegado de Polícia Civil, José Valney Calixto de Oliveira. Ele foi morto em julho deste ano, em uma área chacareira de Porto Velho.

Édipo foi preso em flagrante no dia do crime e teve sua prisão convertida em preventiva depois da audiência de custódia.

Segundo as investigações, Édipo é um dos três acusados de matar o delegado a tiros, depois de uma discussão. A briga teria começado em uma confraternização, quando o dono de um posto de combustível teria jogado uma pedra de gelo no delegado, que se irritou. Depois disso, todos teriam deixado o local.

Momentos depois, em outro lugar, Édipo e os outros acusados, Meyson Vitoriano Auzier e Éricon Fernando Fernandes Guimarães, renderam a vítima, bateram nela e atiraram contra ela.

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Conforme a defesa, Édipo teria “apenas guardado a arma utilizada no crime em casa”.

O desembargador José Jorge Ribeiro da Luz, entendeu e explicou durante o voto que não há dúvida da materialidade nem dos indícios de autoria neste crime. Portanto, a necessidade cautelar do cárcere provisório no é necessária por causa da “periculosidade do agente, diante da gravidade concreta da conduta delituosa, visto que o delito de homicídio, atribuído ao paciente, foi praticado em gravidade considerável, demonstrada pelo fato do crime ter sido cometido por meio cruel”.

Também participaram do julgamento os desembargadores Osny Claro e o juiz convocado José Gonçalves. O G1 tenta localizar as defesas dos acusados.

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