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Idoso é condenado a 20 anos de prisão após hipnotizar e estuprar mulher dentro de loja em Joinville

Idoso foi flagrado por câmera de monitoramento quando chegava na loja— Foto: NSC TV/Reprodução

Idoso foi flagrado por câmera de monitoramento quando chegava na loja — Foto: NSC TV/Reprodução

Um idoso foi condenado a 20 anos por estuprar e roubar uma mulher dentro da loja onde ela trabalhava em Joinville, no Norte catarinense, em outubro de 2020. A condenação em 27 de maio e foi divulgada nesta terça-feira (8) pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC).

Ele foi preso no mesmo dia do crime, em 22 de outubro de 2020, e segue no Presídio Regional de Joinville. O G1 não conseguiu contato com a defesa até a publicação desta reportagem.

Segundo a denúncia apresentada pelo MPSC, o réu entrou na loja em que a mulher de 24 anos trabalhava por volta do 12h. Ele, segundo o órgão, se apresentou como evangelizador e passou a falar sobre questões espirituais, o que despertou a atenção da vítima.

Ficou demostrado no processo, segundo divulgou o MPSC, que o réu hipnotizou a vítima para "impossibilitar que ela reagisse à violência sexual e ao roubo de R$ 220".

"Ao constatar a fragilidade da vítima, o homem utilizou-se de técnicas de hipnose e/ou outra técnica de indução para cometer os atos criminosos. De acordo com a Promotoria de Justiça, inicialmente ele roubou R$ 220 da vítima e em seguida, passou a praticar nela atos libidinosos", informou o MPSC.

Ainda de acordo com o MPSC, a vítima ficou traumatizada e teve que se afastar do trabalho para receber tratamento psiquiátrico e psicológico. Ele foi denunciado em novembro pelo crime - relembre no vídeo abaixo.

Homem que estuprou jovem em loja de Joinville é denunciado pelo MP

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Além da prisão por 20 anos, a 1ª Vara Criminal da Comarca de Joinville também condenou o homem à multa de aproximadamente R$ 730 e ao pagamento das custas processuais.

Segundo o Ministério Público, essa não é a primeira vez que o réu é condenado. O homem tem condenações com trânsito em julgado em São Paulo e em outras cidades de Santa Catarina. Os crimes cometidos por ele não foram divulgados.

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