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Sem médicos pediatras, Hospital Dona Balbina suspende partos em Porto Ferreira

Hospital Dona Balbina em Porto Ferreira — Foto: Reprodução/EPTV

Hospital Dona Balbina em Porto Ferreira — Foto: Reprodução/EPTV

O Hospital Dona Balbina, em Porto Ferreira (SP), suspendeu a realização de partos desde terça-feira (10), até que o quadro de pediatras seja reposto.

Os casos do Sistema Único de Saúde (SUS) estão sendo encaminhados para rede referenciada em São Carlos, Araraquara ou Matão e da rede particular são encaminhados para São Carlos ou Ribeirão Preto.

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A prefeitura informou que o município continuará prestando o serviço de transporte sanitário de pacientes SUS que já é oferecido, independente da especialidade, atendendo as gestantes que precisem ir para outras cidades.

Disse ainda que aguarda que a situação tenha rápida resolução e reitera sua confiança no trabalho na Irmandade de Misericórdia à frente do Dona Balbina.

Resolução do Conselho Federal

De acordo com o provedor da Irmandade de Misericórdia, Gilson Fantinato, enquanto maternidade, o hospital é obrigado a cumprir uma resolução imposta pelo Conselho Federal.

Segundo ele, por um tempo a maternidade trabalhou apenas com dois pediatras, sendo que são necessários cinco profissionais. E que assim que as contratação forem feitas, o serviço será retomado.

"Ele [conselho] preconiza que eu tenho que ter um número de médicos suficientes para dar plantão 24 horas por dia e, hoje, eu não tenho esse número. Então, na questão de parto, coloca em risco a saúde da mãe e da criança", disse.

O provedor da Irmandade de Misericórdia de Porto Ferreira, Gilson Fantinato — Foto: Reprodução/EPTV

O provedor da Irmandade de Misericórdia de Porto Ferreira, Gilson Fantinato — Foto: Reprodução/EPTV

Ele prevê que a situação seja normalizada no hospital em até 20 dias.

"A atividade de pediatria é complicado. Você não tem o número de profissionais fácil no mercado. Então nós optamos por realmente interromper o serviço provisoriamente. É um caso pontual, já estamos contratando novos profissionais. Acho que em 15, 20 dias, no máximo, já retomamos o trabalho", declarou.

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