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Em Araraquara, Tebet diz que pretende reajustar tabela SUS em 25% em 4 anos: 'para que nenhuma porta fique fechada'

Candidata do MDB à Presidência da República, Simone Tebet, durante visita a Araraquara — Foto: Guilherme Leal/CBN

Candidata do MDB à Presidência da República, Simone Tebet, durante visita a Araraquara — Foto: Guilherme Leal/CBN

Candidata do MDB à Presidência da República, Simone Tebet afirmou nesta quinta-feira (8), em Araraquara (SP), que quer reajustar a tabela do Sistema Único de Saúde (SUS) em 25% em 4 anos, caso seja eleita.

Durante a tarde, Simone visitou a Maternidade Gota de Leite e falou sobre a defasagem dos recursos repassados pelo governo para pagar procedimentos hospitalares de média e alta complexidade, além da atenção básica de saúde.

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“Lamentavelmente durante os últimos anos a União deixou de financiar a saúde pública no Brasil. Nós já chegamos a financiar pouco mais de 50%, hoje é menos de 50%, a exceção do período da pandemia que a gente teve que colocar mais dinheiro. Então o primeiro passo é recuperar o histórico, é colocar exatamente no mínimo 50% do orçamento da União relacionada à saúde pública no que se refere à saúde bancada pelo SUS. Hoje os municípios e estados bancam na sua totalidade. A gente não pode esquecer que a tabela SUS está desatualizada há 20 anos. Então, em 4 anos, é aumentar a tabela SUS em 25% para que nenhuma porta fique fechada. Para que toda vez que um pobre precise de assistência na saúde, ele não vai ter uma porta fechada. O SUS tenha condição de receber, porque está recebendo o recurso no valor atualizado e, portanto, vai conseguir atender com qualidade esse cidadão e essa cidadã”, afirmou.

Tebet também falou que espera zerar, em até dois anos, as filas de exames, consultas e cirurgias represadas durante a pandemia e que são bancadas com recursos da União.

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Assistência para mães

A candidata elogiou o trabalho feito na maternidade Gota de Leite, que é referência em parto humanizado, e disse que o governo federal vai financiar assistência para mães no primeiro ano do bebê, por meio de verbas para estados e municípios.

"A mulher hoje quando vai dar a luz, ela tem que bater de porta em porta porque ela não sabe qual maternidade vai ter vaga para ela. Isso vai acabar, a partir do ano que vem, desde o primeiro dia de sua gravidez até o final do primeiro ano do seu bebê, ela vai ter toda a assistência por parte do governo federal junto com estados e municípios. Do enxovalzinho, dos exames pré-natal, do transporte coletivo, se precisar, inclusive de passagem, tudo bancado até o primeiro ano. Os municípios que não conseguirem, terão financiamento do governo federal", afirmou.

Após conversa com jornalistas, a candidata fez uma caminhada no comércio, saindo da Praça da Igreja Santa Cruz, passando pela Rua 2 até um café, onde encerrou a agenda do dia por volta de 17h30.

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