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Casos de vírus respiratórios voltam a subir em crianças de 0 a 9 anos, aponta boletim da Fiocruz

A Fiocruz registrou nova alta no número de casos de vírus sincicial respiratório em crianças de 0 a 9 anos. — Foto: Prefeitura de Santarém/Divulgação

A Fiocruz registrou nova alta no número de casos de vírus sincicial respiratório em crianças de 0 a 9 anos. — Foto: Prefeitura de Santarém/Divulgação

A Fiocruz registrou nova alta no número de casos de vírus sincicial respiratório em crianças de 0 a 9 anos. De acordo com o Boletim InfoGripe, divulgado nesta quinta-feira (25), a maioria dos casos está associada ao contágio por Rinovírus, Adenovírus, Bocavírus, Parainfluenza 3 e 4.

Não é a primeira vez que a Fundação registra aumento no número de casos nesse grupo. Os boletins de outubro já apontavam ascensão no número de infecções.

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Na ocasião, especialistas explicaram que o aumento no número de casos era natural, uma vez que as crianças ficaram um longo período em isolamento e não tiveram contato com esses agentes infecciosos. Com o retorno às aulas e a vida social, é esperado que esses vírus voltem a circular.

“Ano passado, como as crianças não ficaram expostas, elas não desenvolveram imunidade, não entraram em contato com os vírus e agora com o retorno a vida social é esperado que isso ocorra”, diz Marcelo Otsuka, infectologista e coordenador do Comitê de Infectologia Pediátrica da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).

Embora a situação ainda não seja preocupante, o pesquisador Marcelo Gomes, coordenador do InfoGripe, alerta que esse quadro reforça a importância da revisão dos protocolos adotados no ambiente escolar, como avaliação da capacidade de ventilação e circulação de ar nas salas de aula, assim como a distribuição e o uso consciente de máscaras adequadas (PFF2).

Nas demais faixas etárias, o boletim registrou estabilidade com pequenas oscilações.


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