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Mortes por Covid-19 têm queda de 16% no mundo em uma semana, diz OMS

356 414Os números de novos casos e de mortes por Covid-19 continuam a diminuir globalmente desde o pico em janeiro, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Durante a semana de 13 a 19 de junho, mais de 3,3 milhões de casos foram relatados em todo o mundo, uma queda de 4% em relação à semana anterior. O número de novas mortes semanais também continua a diminuir, com 7.500 óbitos registrados, o que representa uma queda de 16% em relação à semana anterior.

Os dados são do boletim epidemiológico semanal da OMS divulgado nesta quarta-feira (22). Até o dia 19 de junho, foram reportados em todo o mundo mais de 536 milhões de casos confirmados e mais de 6,3 milhões de mortes pela doença.

Dados por países

O maior número de novos casos semanais foi relatado nos Estados Unidos (652.217 novos casos), China (406.401), Alemanha (356.414), Brasil (256.034 novos casos; com queda de 9%) e França (253.322).

O maior número de novas mortes semanais foi relatado nos Estados Unidos (1.858 novas mortes), China (1.044), Brasil (952 novas mortes; queda de 3%), Rússia (443) e Itália (338).

Monitoramento de variantes

A OMS realiza a vigilância contínua das variantes do novo coronavírus. De acordo com o novo boletim, a Ômicron continua a ser a variante dominante em circulação global, respondendo por quase todas as sequências relatadas ao banco de dados internacional Gisaid entre 17 de maio e 17 de junho.

Globalmente, as linhagens BA.5 e BA.4 continuam a aumentar em prevalência e foram detectadas em 62 e 58 países, respectivamente. BA.2.12.1, que já foi detectada em 69 países, diminuiu em prevalência desde a semana anterior.

De acordo com a OMS, as linhagens BA.4 e BA.5 apresentam uma constelação de mutações genéticas que diferem de BA.2, incluindo uma mutação compartilhada que tem sido associada a maior transmissibilidade.

O aumento da prevalência de BA.4 e BA.5 coincidiu com um aumento de casos em várias regiões. Em alguns países, o aumento de casos também levou a um aumento nas hospitalizações e internações em Unidade de Terapia Intensiva (UTI). No entanto, segundo a OMS, a evidência atual disponível não indica uma mudança na gravidade associada a qualquer uma das três linhagens descendentes de Ômicron.


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