Carregando...

Cinco anos após morte do ator Domingos Montagner, local do afogamento em Sergipe tem sinalização e equipes de salvamento

Última cena de Domingos Montagner — Foto: Reprodução/TV Globo/Arquivo

Última cena de Domingos Montagner — Foto: Reprodução/TV Globo/Arquivo

Cinco anos após a morte do ator Domingos Montagner, de 54 anos, vítima de afogamento, próximo a Prainha de Canindé de São Francisco, o local possui sinalização e equipe de guarda-vidas. O corpo do ator foi encontrado, a 18 metros de profundidade, nas proximidades da Usina de Xingó, entre os estados de Sergipe e Alagoas.

  • Local onde morreu Montagner tem redemoinhos, diz oceanógrafo

Segundo a Secretaria de Turismo, Cultura e Esporte e Lazer do Município, Patrícia Vitor Santos Silva, a região passou por uma revitalização e hoje possui uma orla com mais estrutura.

“Está tudo sinalizado. Além disso, as obras da orla foram concluídas e temos guarda-vidas durante os cinco dias da semana”, disse.

Equipe observa banhistas da Orla de Canindé— Foto: PMCS

Equipe observa banhistas da Orla de Canindé — Foto: PMCS

Na ocasião do acidente, o ator estava na cidade sergipana gravando a novela ‘Velho Chico’, da TV Globo, e ao encerrar algumas cenas, almoçou e foi nadar. Ele estava acompanhado da atriz Camila Pitanga, que acionou o socorro e as buscas foram iniciadas imediatamente.

Orla da Prainha de Canindé atualmente— Foto: PMCS

Orla da Prainha de Canindé atualmente — Foto: PMCS

Perfil

O ator paulistano começou sua carreira artística trabalhando no teatro e em circos. Ele atuou em 13 programas de TV, entre séries e novelas, além de nove filmes. Entre os papéis de destaque estão o Capitão Herculano Araújo de "Cordel Encantado" (2011) e o presidente Paulo Ventura de "O brado retumbante" (2012), seu primeiro protagonista.

Ele também chamou atenção como o Zyah de "Salve Jorge" (2012) e o João Miguel de "Sete Vidas (2015). Montagner contou, em seu site oficial, que iniciou sua carreira no teatro, através do curso de interpretação de Myriam Muniz, e no Circo Escola Picadeiro.

Em 1997, formou o Grupo La Mínima, com Fernando Sampaio. A Noite dos Palhaços Mudos, de 2008, lhe rendeu o Prêmio Shell de Melhor Ator. Em 2003, criou o Circo Zanni, do qual foi diretor artístico.

O primeiro papel na TV foi no seriado "Mothern" (2006), do GNT, canal da TV por assinatura. A estreia na Globo foi também em seriados: "Força Tarefa", "A Cura" e "Divã". A primeira novela, "Cordel Encantado", foi em 2011. No ano seguinte, estreou no cinema, com uma participação no longa "Gonzaga - de Pai Pra Filho", de Breno Silveira.


Deixe uma resposta

Seu endereço de e-mail não será publicado. Os campos obrigatórios estão marcados*