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Projeto apresenta produções audiovisuais em Aracaju

Centro Cultural de Aracaju funciona no antigo prédio da alfândega — Foto: Edinah Mary/Funcaju/Arquivo

Centro Cultural de Aracaju funciona no antigo prédio da alfândega — Foto: Edinah Mary/Funcaju/Arquivo

O Projeto ‘Abril no Cinema’, organizado pela Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju), apresenta nesta quarta-feira (20), produções de audiovisuais sergipanas, na Sala Walmir Almeida, localizada no Centro Cultural de Aracaju, na Praça General Valadão, Centro.

O evento que acontece nesta quarta-feira também será realizado no dia 27 de abril, nos seguintes horários: 10h, 13h e 16h.

Segundo o Núcleo de Produção Digital Orlando Vieira, o CinemAju tem a proposta de impulsionar a retomada dos espaços e equipamentos culturais da Prefeitura no pós-pandemia.

Confira as sinopses

  • A velha do shopping (Gabriela Caldas/Olhos Cozidos - 20 minutos) - Personagem da cultura urbana de Aracaju dos anos 90, a chamada “Véia do Shopping” atraiu a curiosidade dos aracajuanos. O filme busca fazer um retrato poético e amoroso para a trágica história de Maria José.
  • Fenemê verde (Josivaldo Oliveira Silva/Bipolar Filmes - 19 minutos) - Gravado no interior de Sergipe, o filme conta a história de Marcos, um sanfoneiro que, após desistir da carreira de músico, decide se tornar caminhoneiro, pegando fretes em um antigo caminhão Fenemê. Está sempre acompanhado de seu sobrinho de dez anos, um menino problemático, criado pela avó, mas que tem em Marcos a sua referência de vida.
  • Saravá o Tempo (Dominique Mangueira - 11 minutos) – O curta é um convite à personagem Rosa a se ouvir, a acolher suas emoções, enxergar que o tempo age com ela e não contra ela, que o tempo é a vida. A intenção do filme não é abordar o tempo cronológico da vida, em que nascemos, nos tornamos crianças, adultos e idosos.
  • Talvez Eu Nunca Tenha Amado (André Aragão/Gonara Filmes - 28 minutos) - Anos após os efeitos de uma pandemia que destruiu a maior parte da vida na Terra, uma jovem sobrevivente retorna em busca de suas origens e fantasmas.
  • Transfigura (Raphael Borges/Uçá Produções - 21 minutos) – O documentário aborda o dia a dia dos artistas plásticos sergipanos Tintiliano, Gladston e Edidelson, protagonistas trovadores do seu tempo, em construção permanente de suas identidades artísticas ao fazer da vida, poesia, possibilitando da experiência artística vivida a projeção em obra de arte.


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