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Com exportações em alta, indústrias miram no mercado internacional

No Paraná, o primeiro semestre de 2021 foi marcado pela alta nas exportações. O volume negociado de cargas foi 14% superior ao registrado no mesmo período em 2020, segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério da Economia. Diante dos desafios econômicos, o crescimento na venda de produtos para outros países mostra que exportar é uma atividade que tem contribuído para que muitas indústrias acelerem o processo de retomada.

Tornar-se um exportador, no entanto, demanda tempo e conhecimento e o Sistema Fiep, por meio do Centro Internacional de Negócios (CIN), tem apoiado os empresários que buscam atuar em outros países. São várias ações, como encontros de negócios, missões internacionais, eventos setoriais, capacitações em comércio exterior, emissão de documentação para exportação e prospecção customizada. Como informação faz toda a diferença no processo, os estudos de mercado internacional também estão no portfólio: “O CIN desenvolve estudos customizados utilizando a NCM – Nomenclatura Comum do Mercosul - do produto a ser exportado, independente do setor no qual a empresa atua. Eles são realizados sob demanda, pois são específicos”, explica a coordenadora de Assuntos Internacionais do Sistema Fiep, Claudia Schittini Chiesse.

Além dos estudos sob demanda, o CIN disponibiliza publicações periódicas que, além das informações gerais de comércio exterior do Paraná, também trazem um overview sobre outros países. O mais recente é o Monitoramento do Comércio Internacional que destaca a Colômbia, com informações socioeconômicas, resumo da balança comercial Brasil x Colômbia, principais produtos comercializados, logística e instituições de apoio. Em 2020, a relação comercial com o país registrou superávit de US$ 976,2 milhões, segundo o Comex Stat, plataforma do governo federal que divulga dados de importação e exportação.

Enfrentando desafios

Outros países do Mercosul, como o Paraguai, a Bolívia e o Uruguai, são importantes parceiros comerciais da indústria paranaense. Mas é preciso investir no aprimoramento constante das relações, que enfrentam alguns entraves nos últimos meses. “Atualmente, a instabilidade do câmbio e os aumentos constantes de matéria-prima e componentes internos que usamos nos nossos produtos são o maior desafio. Essas duas condições geram aumento de preço em dólar e longo prazo de entrega, que dificultam a nossa competitividade”, observa Kimio Mori, diretor comercial da Noma, fabricante de implementos rodoviários que fica em Sarandi. A empresa tem utilizado os estudos do CIN do Sistema Fiep para balizar as ações de vendas para o Paraguai. “O conteúdo propicia uma visão completa dos produtos que estão sendo exportados para aquele país, com informações dos modelos, concorrentes e valores. Entendemos que exportar é um fator de crescimento da empresa, criando noções de um mercado globalizado”, completa Mori.

Informação contínua

A cultura exportadora do Brasil ainda é muito pequena quando comparada a outros países da mesma dimensão territorial. “O principal objetivo dos estudos do Centro Internacional de Negócios do Sistema Fiep é disponibilizar um banco de dados sobre países, para a familiarização com o comércio exterior”, destaca Claudia Schittini Chiesse.

Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o crescimento das exportações brasileiras no primeiro semestre de 2021 foi de 36%, com R$ 136,42 bilhões e o país ocupa a 25ª posição no ranking de exportadores mundiais de bens. “Uma exportação de sucesso começa com o planejamento, ou seja, com estudo, pesquisa, levantamento de dados, consulta de viabilidade, para que a operação seja fluida e assertiva, e é um processo que exige capacitação continua”, finaliza a coordenadora de Assuntos Internacionais do Sistema Fiep.

Para mais informações sobre os estudos de mercado, envie um e-mail para [email protected].

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